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Imperatriz chega como a segunda força no grupo A6 da Série D

América-RN e Imperatriz chegam na Série D como os dois vice-campeões do grupo A6, com Guarani de Juazeiro e Belo Jardim completando a chave. Enquanto o Dragão e o Cavalo de Aço fizeram boas campanhas nos estaduais, o Rubro-Negro cearense chega após evitar o rebaixamento no Campeonato Cearense, enquanto os pernambucanos terminaram rebaixados em seu Estadual.

Vice-campeão potiguar, o América-RN chega sob o comando do técnico Ney da Mata, que substituiu Pachequinho durante o Estadual. O treinador, que comandou o CSA até a última rodada da fase classificatória da Série C de 2017, chega com um dos times mais cotados para brigar pelo acesso. No elenco, destaque para o experiente Cascata e o atacante Adriano Pardal, artilheiro da equipe na temporada.

O Guarani de Juazeiro tentará se recuperar da péssima campanha no Cearense, onde escapou do rebaixamento com um ponto a mais do que o Maranguape. Sob o comando do técnico Raimundinho Wagner, a equipe aposta principalmente na experiência do volante Márcio Tarrafas no meio-campo, que foi reforçado com a chegada de Ivson e Diego Recife.

O Belo Jardim é outro que quer se recuperar do péssimo início de temporada, onde foi rebaixado no Pernambucano. Sob o comando do técnico Pedro Manta, que chegou para montar o elenco da Série D, que passa por uma reformulação e conta principalmente com jogadores do Afogados, eliminado nas quartas de final do Estadual. O goleiro Evandrízio e o atacante Jean são os dois novatos de destaque na equipe do interior pernambucano.

Com o vice-campeonato em 2018, o Imperatriz chega em um momento semelhante ao do América-RN e com elenco bem superior ao dos outros dois adversários. A zaga com Lucas e Schmoller e o meio-campo com destaque para Eloir e Daniel Barros devem ser a chave para o Cavalo de Aço fazer uma boa campanha e avançar com tranquilidade, confirmando o status de segunda força do grupo e, quem sabe, tentar fazer frente ao América-RN.

Moto e Altos são os favoritos no grupo A5 na Série D

Os dois campeões estaduais do grupo A5, Moto e Altos entram como os principais favoritos para avançarem para a segunda fase. O ASSU tenta aparecer como possível surpresa, enquanto o Sparta deve ser mero figurante na chave.

O Altos, comandado por Paulinho Kobayashi, chega embalado após o bicampeonato piauiense. O Jacaré buscou reforços como o lateral-direito Neilson, o zagueiro Vitor Bafana e o atacante André Tavares, o Altos conta com um elenco bem completo para a disputa da Série D. Do time bicampeão, o goleiro Gideão, o lateral Tote, o zagueiro Leone e o atacante Manoel, artilheiro do clube em 2018 com 13 gols, chegam como os destaques para tentar buscar o acesso pelo terceiro ano seguido.

O ASSU chega após fechar o Campeonato Potiguar na quinta colocação e sob o comando do técnico Julio Terceiro, que fará sua estreia como treinador efetivo de um time. Da equipe que disputou o Campeonato Potiguar, o elenco deve sofrer uma reformulação e entre os reforços, o meia Romeu, que marcou quatro gols pelo Potiguar durante o Estadual, é o principal nome, ao lado do lateral-esquerdo Nininho e do meia Chiclete, que também devem integrar o time titular.

Fechando a chave do Rubro-Negro está o Sparta, comandado pelo técnico Fernando Brasília. Durante a Série D, a equipe terá que conciliar o torneio nacional com a disputa do Estadual, onde ocupa a vice-lanterna com apenas cinco pontos. Em campo, o veterano Moacri, de 36 anos, é o nome mais conhecido do time tocantinense.

Pelo perfil dos adversários do Moto, o confronto contra o ASSU já servirá para mostrar se algum time além do Altos fará frente ao Rubro-Negro na busca por uma das duas vagas na segunda fase. No histórico recente contra os piauienses, que é com quem deve disputar a liderança, o Rubro-Negro conta com um empate e uma derrota, ambas no ano de 2017. Ao que tudo indica, o Papão deve ter um caminho sem turbulências na primeira fase da Série D.

Cordino tem o grupo mais difícil entre os maranhenses na Série D

Após terminar o Campeonato Maranhense na sexta colocação, o Cordino terá agora pela frente a disputa de sua segunda Série D. Pela situação da equipe de Barra do Corda, que perdeu o lateral-direito Michel e o atacante Jonas, é o grupo mais difícil dentre os maranhenses na Série D.

O primeiro adversário será o Ferroviário, que avançou até a segunda fase do Campeonato Cearense e, apesar da lanterna no seu grupo na Copa do Nordeste, conseguiu uma classificação histórica até à quarta fase da Copa do Brasil. Para a Série D, o Tubarão da Barra chega sob o comando do técnico Maurílio Silva e bem reforçado, com destaque para o volante Robson Simplício e o atacante Edson Carius, um dos artilheiros do Campeonato Cearense com nove gols marcados pelo Floresta.

Na sequência a Onça terá pela frente o Interporto, que tem um bom começo no Campeonato Tocantinense, onde está invicto com duas vitórias e três empates. Para a Série D, a equipe de Porto Nacional conta com o reforço do lateral-direito Denilson, um dos destaques do MAC no Maranhense, e o meia Marcos Paullo, que retorna ao clube tocantinense após quatro anos e acumulando um acesso para a Série C com o Moto em 2016.

Fechando a lista de adversários está o 4 de Julho, que foi eliminado pelo Altos na semifinal do Campeonato Piauiense. Sob o comando de Jorge Pinheiro, o Colorado conta com destaques como o atacante Raphael Freitas, artilheiro do time com sete gols, ao lado de Ted, que balançou as redes quatro vezes.

O Cordino apostará principalmente nos gols de Ulisses para tentar surpreender na Série D. O atacante é o artilheiro da equipe com sete gols na temporada. Além de tentar ter um bom desempenho dentro de campo, a Onça precisará superar os problemas fora das quatro linhas, como salários atrasados e os jogos de portões fechados por falta de laudos do estádio Leandrão.

A equipe comandada por Marlon Cutrim chega sem perspectiva para avançar de fase. Em torneios nacionais, a Onça perdeu os quatro jogos realizados fora de casa e tentará manter a força em seus domínios, apesar da ausência da torcida.

Eloir pode consolidar recuperação da carreira na Série D com o Imperatriz

No MAC desde a metade do Campeonato Maranhense de 2017, o meia Eloir enfim recuperou o bom ritmo em 2018 e agora terá a oportunidade de provar que está bem na disputa da Série D, onde defenderá o Imperatriz. No Maranhense, o meia, que jogou recuado na equipe atleticana, participou de três gols em nove jogos, com um gol marcado e duas assistências.

No Imperatriz de Vinícius Saldanha, Eloir deve assumir a vaga de Rubens no time titular. Essa função no meio-campo do Cavalo de Aço foi uma das incógnitas do time durante o Estadual, com Rubens, Zé Neto e até Adauto revezando na função.

O volante de 30 anos provavelmente terá mais liberdade para atuar ofensivamente, sendo exigido na marcação em alguns momentos dos jogos. No MAC, como segundo volante, era o responsável por tentar a recuperação de bola após rebatidas das defesas adversárias e finalizava a transição ofensiva. Como chega com mais ritmo de jogo, diferente de 2017, quando sequer marcou gols ou deu assistências nos 11 jogos que disputou com o MAC, Eloir deverá ter um papel mais decisivo no Cavalo de Aço.

A disputa da Série D em seu segundo ano de retomada aos gramados será fundamental para comprovar que recuperou o bom futebol que o credenciou no Sampaio e teve pouca oportunidade de demonstrar no Ceará, antes de decidir paralisar sua carreira. No Cavalo de Aço pode ser a figura chave para a equipe ser competitiva e brigar por uma das quatro vagas na Série C de 2019.

A preocupante preparação do Cordino para a Série D

Na contagem regressiva para disputar sua segunda Série D, o Cordino teve uma fase de preparação bem conturbada. Curiosamente no ano em que mais arrecadou, com R$ 870 mil originados da participação na Copa do Brasi (R$ 500 mil), pré-Copa do Nordeste (R$ 250 mil) e Estadual (R$ 120 mil), a equipe de Barra do Corda esteve longe de investir com força e não inspira confiança para voltar a disputar a Série D.

No período de preparação, enquanto Moto e Imperatriz devem contar com até seis novos jogadores, o Cordino contratou apenas três, com destaque para o goleiro Pablo, de 35 anos, aparece como o principal reforço. O experiente camisa 1 terá a missão de substituir Flávio Henrique e Alberto, que alternaram no gol da Onça durante os primeiros meses da temporada.

Conhecido no futebol maranhense, por passagens pelo Moto, MAC, Santa Quitéria, entre outras equipes, Pablo chega após disputar o Campeonato Amazonense pelo Rio Negro-AM, onde sofreu nove gols em cinco jogos. Completando a lista de reforços está o zagueiro Jhonatan, de volta ao Cordino, e o jovem Pedro Igor, de 21 anos, que disputou três jogos pelo Bacabal, mas sem marcar gols.

Durante a preparação, a Onça perdeu o lateral Michel e correu risco de perder os atacante Ulisses e Jonas, que despertaram o interesse de Imperatriz e Moto. Aos 34 anos, Ulisses entrará novamente na competição como a referência da Onça, onde já marcou sete gols em oito jogos na temporada.

No meio de tudo isso, ainda há o problema com salários atrasados e nenhum jogador regularizado para a Série D no momento. O cenário do Cordino é de incertezas e se as coisas não melhorarem, a Onça entra como candidata a saco de pancadas do grupo A4 que conta com Ferroviário, Interporto e 4 de Julho, todos com boas campanhas em seus estaduais e elencos bem arrumados para a Série D.

Eloir é o destaque no primeiro pacote de reforços do Imperatriz

O goleiro Gustavo, o lateral-direito Michel, os meias Cloves e Eloir e o atacante Diego Silva são os primeiros cinco reforços do Imperatriz para a Série D. Do quinteto, Eloir surge com sobras como o destaque da equipe para a Série D e provavelmente chegará para ser um dos titulares, enquanto os demais devem disputar posição com os atuais titulares.

Aos 30 anos, Eloir chega depois de recuperar seu condicionamento no MAC durante o Estadual de 2018. Na temporada, foram nove jogos, um gol e duas assistências. Em 2017, quando retornou aos gramados após uma “aposentadoria” de dois anos, o meia foi prejudicado por lesões e a falta de ritmo, mas ainda assim conseguiu disputar 18 jogos, com um gol marcado, e ajudar o Quadricolor à chegar até as quartas de final da Série D.

Considerando a forma como o Imperatriz jogou durante o Campeonato Maranhense, Eloir deve ser aproveitado mais avançado, como um camisa 10 na equipe comandada por Vinícius Saldanha. No meio-campo, outra opção que chega ao Cavalo de Aço é Cloves, que disputou nove jogos pelo Rio Preto na Série A3 e voltará a trabalhar com o técnico Vinícius Saldanha.

Dentre os jogadores que podem ganhar a titularidade, está o lateral-direito Michel, que defendeu o Cordino no Campeonato Maranhense. Em 2018, o jogador vive uma temporada abaixo das anteriores, quando se destacou pela Onça principalmente na bola parada. Na temporada, marcou apenas um gol em oito jogos.

No ataque, Diego Silva chega para ser opção para a vaga de Adauto e disputar posição com Thaynan. Em seis jogos no Maranhense, defendendo o São José, marcou um gol. Gustavo, reserva do MAC, vira a opção imediata quando Jean, titular do gol do Cavalo de Aço, não puder jogar.

Achado do São José e zagueiro-artilheiro reforçam o Moto

Depois do risco de debandada do elenco campeão maranhense, o Moto começa a mostrar as novas caras para a disputa da Série D. No primeiro pacote de reforços, o meia Diego Batata aparece como o principal destaque, seguido pelo zagueiro Ramon e o atacante Naoh, que retornará ao Rubro-Negro.

Aos 28 anos, Diego Batata chega ao Moto para disputar a Série D pela primeira vez em sua carreira. O meia foi um achado do técnico Luis Miguel, após defender o Urso, no Mato Grosso do Sul. Pelo Peixe Pedra, Batata foi a referência na bola parada, forma como deu duas assistências durante o Campeonato Maranhense e marcou um gol. No geral, o meia fechou o Estadual com seis jogos, dois gols e três assistências. Chega para ser uma boa opção no elenco.

Na zaga, Ramon retorna ao futebol maranhense após quatro meses no Sertãozinho, onde fez apenas quatro jogos. O zagueiro tem na impulsão sua principal qualidade, tanto que foi assim que marcou três gols em 17 jogos em 2017, quando defendeu o São José e o MAC. Com Wanderson em baixa, tem condições de assumir uma vaga no time titular para a Série D.

Fechando a primeira leva de reforços está o atacante Naoh, que retorna  após três anos ao Rubro-Negro. Com a possibilidade de jogar nas pontas e como centroavante, o jogador de 31 anos deve ser uma das opções no ataque e precisa melhorar a sua média de gols. Em 2018, no Vitória da Conquista foram apenas dois gols em 10 jogos e no MAC, em 2017, foram seis gols em 21 jogos.

Imperatriz tem grupo favorável na Série D

Em sua segunda participação na Série D, o Imperatriz entra com boas chances de conseguir a classificação inédita para a segunda fase. O América-RN, vice-campeão potiguar, aparece como o favorito do grupo, mas Belo Jardim e Guarani de Juazeiro chegam em baixa depois de péssimas campanhas nos estaduais.

Até o momento, o elenco que terminou o Campeonato Maranhense não deve sofrer dispensas. Adauto, Kanu e André Penalva, todos com três gols marcados, chegam como os artilheiros do alvirrubro para a Série D.

Além de ser uma grande oportunidade para o Imperatriz, Saldanha também pode garanTir a classificação para a segunda fase pela primeira vez em sua carreira. Será a terceira vez que o treinador disputará a competição, onde acumulou eliminações na fase de grupos em 2013 e 2015, respectivamente, com o MAC e o Cavalo de Aço.

Considerando a fase do Belo Jardim, que sequer venceu em 2018 e foi rebaixado no Campeonato Pernambucano, além do Guarani de Juazeiro, que conta com apenas dois triunfos na temporada, o Imperatriz entra como favorito na disputa por uma das duas vagas na próxima fase. A tendência é que os confrontos contra o América-RN sirvam apenas para definir quem será o líder da chave.

O risco de desmanche no Moto

Val Barreto foi o primeiro a sair. O artilheiro do Moto no Campeonato Maranhense deve ser acompanhado por outros campeões estaduais. A dificuldade de manter a base do time, que quase conquistou o título de forma invicta, passa principalmente pelos problemas financeiros do Rubro-Negro, que durante o Estadual teve que contornar atrasos salariais e até despejo do hotel onde os jogadores estavam concentrados.

Val Barreto foi artilheiro com seis gols em oito jogos no Estadual. Logo que chegou em São Luís pediu a rescisão, com propostas de clubes das Séries C e B. Dentre os atletas titulares que tem o maior risco de não seguir no Papão para a Série D estão o zagueiro Betão, o volante Bruno Menezes e os meias Jailson e Everlan.

Destes, o meia Everlan foi uma peça chave na conquista do título, sendo o segundo atleta que mais participou de gols, com três assistências e dois gols. Bruno Menezes, aos 22 anos, dificilmente permanecerá, após ser a revelação do Estadual, enquanto Jailson cresceu na reta final, mas tem contrato com o Rubro-Negro para a Série D.

Diego Renan, Wanderson, Chico Bala Rafael Santos e Ricardo, por serem “jogadores da casa”, devem permanecer. O goleiro Rodrigo Ramos já tem a permanência garantida. Isso significa metade do time titular do Campeonato Maranhense, com o adendo que Chico Bala chegou na reta final da fase de classificação e foi o último reforço do Rubro-Negro em 2018.

Saindo do time titular, vale lembrar a necessidade do Moto justificar apostas em jogadores como Lucas Bacelar e Robinho. Lucas sequer entrou em campo durante o Estadual e Robinho, no único jogo que disputou, foi mal durante os 58 minutos que esteve em campo.

Primeiro título em 11 meses consolida início de Marcinho Guerreiro como técnico

O título do Campeonato Maranhense de 2018 coloca Marcinho Guerreiro ao lado de Ruy Scarpino como ex-jogadores que foram campeões fora e dentro das quatro linhas com o Moto. A dupla foi titular no título estadual de 2004 e comandou a equipe nas duas últimas conquistas, com Ruy em 2016 e Marcinho responsável pela conquista recente. Mais do que isso, o título consagra o início da carreira de treinador do ex-volante.

Após 11 meses depois de estrear como treinador, no triunfo por 3 a 0 diante do MAC no Maranhense de 2017, Marcinho conquista o seu primeiro título profissional. Os números são significantes em menos de um ano na carreira do técnico, com 25 jogos, 11 vitórias, nove empates e cinco derrotas, com um aproveitamento de 56%.

No Moto de 2018, Marcinho mostrou principalmente como montar uma boa organização defensiva e um time extremamente forte no contra-ataque, mesmo sem contar com jogadores tão ágeis. Na decisão contra o Imperatriz, o segundo e o terceiro gol no triunfo por 3 a 0 no jogo de ida, refletem exatamente isso. Recuperação no campo defensivo e em pouco tempo o time chega no ataque, sempre com o finalizador em condição clara de tentar o gol.

Jailson dando apoio defensivo, Menezes avançando e Everlan com liberdade no meio-campo. O Moto de Marcinho no Maranhense de 2018

Um modelo de jogo que deu certo principalmente pelo técnico entender também o fator humano. Com toda a situação precária do Moto, pouco tempo de treino, chegando a ficar quatro dias sem trabalhar antes do clássico contra o MAC e a enfrentar despejos de hotéis, Marcinho fez os atletas assimilarem sua ideia de jogo.

Um coletivo forte, expõe as virtudes individuais. Foi isso que aconteceu no Moto, principalmente com os volantes Rafael Santos, Bruno Menezes, Everlan, Jailson e os atacantes Ricardo e Val Barreto. Rafael Santos e Bruno Menezes, caso houvesse um controle de desarmes no Maranhense, provavelmente seriam os líderes nesse quesito. Everlan foi o segundo jogador do Moto que mais participou de gols, com dois tentos e três assistências, enquanto Val Barreto foi o artilheiro do time com seis gols. Números que refletem a importância dos meias no apoio aos contra-ataques.

Agora, Marcinho terá um novo desafio que será consolidar o bom início de sua carreira com a disputa da Série D. Campeão, com menos de um ano como treinador, é um grande feito para Marcinho. Se seguir mostrando a evolução, como foi de 2017 para 2018, e a busca por novos métodos, aliado com o seu conhecimento de campo como jogador e o entendimento do fator humano, o ex-volante terá um caminho de sucesso como treinador.