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Calendário do futebol brasileiro tem jogos noturnos mais cedo e velhos erros

A CBF anunciou o calendário do futebol brasileiro para 2019, mas não corrigiu os principais erros, como rodadas do Brasileirão durante datas-FIFA e a manutenção de 18 datas para as disputas dos Estaduais. Com o formato atual das Séries C e D, os clubes dessas divisões terão calendários, respectivamente, no máximo até agosto ou outubro. Assim como em 2018, os torneios de acesso não terão pausa durante a Copa América, que será realizada no Brasil.

Aqui vale destacar que as equipes da Série D, que forem eliminadas na primeira fase, terão calendário nacional somente até o dia 9 de junho. Neste caso, os times finalistas jogarão no máximo oito meses na temporada. Na Série C a situação é amenizada, mas as equipes que não avançarem para o mata-mata, jogarão somente até o dia 25 de agosto.

A Copa do Nordeste e a Copa Verde, que não constam na primeira divulgação do modelo do calendário, devem descontar datas dos Estaduais dessas regiões, assim como ocorreu em 2018. Os Estaduais estão previstos para começarem no dia 20 de janeiro e seguirem até o dia 21 de abril, na semana seguinte já estão agendadas as aberturas das Séries A, B e C. A Série D começará no primeiro fim de semana de maio.

A Copa do Brasil começará no dia 6 de fevereiro. No Maranhão, Moto e Imperatriz serão os representantes dos Estados nas fases iniciais. O Sampaio, campeão da Copa do Nordeste, entrará no torneio apenas nas oitavas de final, que serão realizadas a partir do dia 15 de maio.

Sobre o conflito das datas-FIFA com o calendário nacional, durante a Série A serão sete rodadas com jogos conflitantes (8ª, 9ª, 18ª, 24ª, 25ª, 26ª e 33ª), nos jogos de volta das oitavas de final da Copa do Brasil e durante três datas dos Estaduais. O único avanço foi a antecipação dos jogos noturnos, que começarão no máximo às 21h30, como já ocorre na Série B.

Confira o calendário detalhado do futebol brasileiro para 2019

Estaduais – 20/janeiro a 21/abril
Copa do Brasil – 6/fevereiro a 11/setembro
Série A – 28/abril a 8/dezembro
Série B – 27/abril a 30/novembro
Série C – 28/abril a 23/setembro
Série D – 5/maio a 18/agosto

Ex-Moto e Sampaio, Ruan volta aos gramados com vitória na Série C

Diagnosticado com um rompimento do ligamento cruzado no joelho em julho de 2017 e sem jogar desde abril do último ano, o goleiro Ruan, que defendeu Moto e Sampaio no Maranhão, voltou as gramados na primeira rodada da Série C. Titular no Atlético-AC, o camisa 1 foi responsável por três boas defesas no triunfo por 1 a 0 diante do Remo, na Arena da Floresta.

Ruan foi anunciado no Atlético-AC no início de abril, após finalizar a recuperação da lesão no joelho. Antes do período no departamento médico, o goleiro perdeu espaço no Moto em 2017 com a chegada de Márcio Arantes e tinha feito seu último jogo no dia 5 de abril, quando o Rubro-Negro perdeu por 3 a 0 para o São José-MA no Campeonato Maranhense.

No Atlético-AC, mesmo com duas semanas de treinos, Ruan assumiu a titularidade na Série C. No clube acreano, o goleiro reencontra Raphael Barrios, com quem revezou a posição no Moto em 2017, e o atacante Eduardo, que teve uma passagem discreta no Rubro-Negro, sem balançar as redes, mas desde seu retorno ao Galo já marcou 11 gols em 15 jogos, considerando os torneios nacionais e regionais.

Com Ruan no gol, o Atlético-AC começa a Série C dividindo a liderança do grupo A com Confiança e Globo, que também venceram seus jogos. O time acreano encara o Santa Cruz no próximo domingo, no Arruda.

Participação de Sampaio e Moto na Série C, garantem a maior pontuação história da FMF no Ranking da CBF

Lucas Almeida / L17 Comunicação

Em campo Sampaio e Moto tiveram desempenhos distintos na Série C, com o Tricolor alcançando o acesso para a Série B, enquanto o Rubro-Negro foi rebaixado para a Série D. Apesar da diferença, a participação da dupla maranhense no torneio foi importantíssima para a Federação Maranhense alcançar sua maior pontuação no Ranking Nacional de Federações e retomar o 15º lugar com a maior marca em sua história: 6132 pontos.

O acréscimo de 493 pontos também foi impulsionado pela participação de MAC e Cordino na Série D. Assim como no Ranking de 2017, que foi divulgado no fim da temporada de 2016, o Maranhão segue com apenas cinco clubes na lista, onde o Cordino entrou no lugar do Santa Quitéria, que fez sua única aparição em torneios nacionais na Copa do Brasil de 2012.

Desde o ranking de 2015, Sampaio, Moto e Maranhão seguem como os três melhores clubes do Estado, com uma alteração na segunda colocação. No Ranking de 2016, o Rubro-Negro assumiu a segunda colocação, posto mantido nas três últimas listas, deixando o MAC em terceiro. O Cordino, novidade do ranking de 2018, por causa da participação na Série D de 2017, aparece na frente do Imperatriz, com 255 pontos, dois a mais do que o Cavalo de Aço.

O Sampaio, mesmo disputando a Série C, impulsionado por sua boa campanha na Copa do Brasil, onde chegou até a terceira fase, soma 3753 pontos e fica na 39ª colocação. O Moto aparece na 66ª posição com 1211 pontos, o MAC vem em 95º com 660 pontos, seguido pelo Cordino em 157º e o Imperatriz em 253º.

O Ranking da CBF é importante na distribuição do sorteio da Copa do Brasil, onde os clubes são divididos por potes. Em 2018, Sampaio e Cordino serão os representantes do Maranhão no torneio e os confrontos da primeira fase, além dos cruzamentos até à terceira fase, serão definidos no dia 15 de dezembro.

Confira a evolução dos clubes e da Federação Maranhense nos últimos cinco anos no Ranking da CBF.

Sampaio 2×2 Fortaleza: eliminação Tricolor, mas dever cumprido

Resultados

Clube1o tempo2o tempoGols
Sampaio Corrêa022
Fortaleza112

O Sampaio viu o sonho do quarto título nacional chegar ao fim após o empate em 2 a 2 com o Fortaleza. O Tricolor precisava vencer por dois gols de diferença, já que na ida o Leão cearense venceu por 1 a 0. Apesar do fim da caminhada na Série C, o objetivo principal da equipe maranhense foi alcançado com o retorno para a Série B, após passar pelo Volta Redonda nas quartas de final.

Nos dois jogos contra o Fortaleza, a equipe comandada por Zago foi totalmente superior ao Tricolor de Francisco Diá. Se no jogo de ida as caçadas individuais no sistema defensivo foram o calcanhar de Aquiles do time maranhense, no jogo de volta, a ausência de uma referência no ataque e a tentativa de confundir a marcação com as constantes trocas de posicionamento de Hiltinho, Reginaldo Junior, Uillian e Marlon foram totalmente nulas.

No primeiro tempo, com o Fortaleza bem melhor, o gol saiu após uma falha de Alex Alves. A bola sobrou para Bruno Melo, que fez 1 a 0 no Castelão. Ainda no setor ofensivo, com as diagonais de Jô, que entrou no lugar de Everton com menos de 10 minutos de bola rolando, abriam espaços na zaga do Sampaio.

A situação mudou no segundo tempo, por dois fatores: a volta de Isac ao time do Sampaio e a postura defensiva do Fortaleza. Como foi ao longo dos últimos jogos na Série C, Diá liberou Isac para ficar mais próximo da área na etapa final. Com o atacante centralizado, Reginaldo e Uillian passaram a atuar definitivamente pelas pontas, enquanto Marlon voltou a trabalhar como meia-central.

O respiro de esperança do Sampaio veio quando Heber Roberto marcou o pênalti para o Tricolor e Marlon empatou o jogo. A bola aérea virou aliada e Maracás marcou o segundo do Tricolor, após cobrança de escanteio de Wellington Rato. O 2 a 1 ainda não era suficiente para classificar o Sampaio.

O empate do Fortaleza foi ainda mais dolorido para o Sampaio, pois o pênalti foi cometido por Odair, que fazia um grande jogo com interceptações precisas, mas em um erro infantil, empurrou Jô dentro da área, no minuto final e reclamou excessivamente com Heber Roberto, culminando na expulsão do zagueiro. Bruno Melo bateu e empatou o jogo, selando a classificação do Fortaleza para a decisão. Agora resta ao Sampaio se preparar para a temporada de 2018, após o acesso conquistado para a Série B.

Fortaleza 1×0 Sampaio: sem pressão e frágil na esquerda, Tricolor começa mal nas semifinais

Resultados

Clube1o tempo2o tempoGols
Fortaleza011
Sampaio Corrêa000

O triunfo de 1 a 0 do Fortaleza, no primeiro jogo da semifinal da Série C, ficou barato para o Sampaio, que teve uma de suas piores atuações na Série C. Quando Leandro Cearense se livrou da marcação pela esquerda e chutou para o fundo do gol de Alex Alves, o atacante apenas aproveitou o caminho que ficou escancarado durante os 90 minutos da primeira partida da semifinal.

Não fosse Alex Alves, que fez três grandes defesas, e uma bola interceptada por Odair, a derrota seria maior. A missão do Sampaio no jogo de volta não é difícil, precisa de uma vitória por 1 a 0 para levar a decisão para os pênaltis, ou um triunfo por dois gols de diferença para ficar com a vaga na decisão. O empate classifica o Fortaleza.

Em campo, Diá voltou a apostar em um 3-5-2, dessa vez liberando Jeffeson pela esquerda e colocando Felipe Marques mais com uma função defensiva para impedir a dobradinha Bruno Melo e Hiago no lado direito da defesa do Tricolor. Em compensação, pelo centro, quando o Fortaleza conseguia avançar com facilidade com Pablo e Leandro Cearense, Zaquel e Diego Silva eram obstáculos facilmente superados.

Ainda nos 45 iniciais, Diá chegou a mudar a formação do time, liberando Pedro para avançar na direita e trazendo Idair para fechar a direita, enquanto Zaquel ficava centralizado. Defensivamente os espaços continuavam, mas ofensivamente o Tricolor até ganhou um pouco mais de pressão.

A principal diferente foi exatamente a baixa pressão do time no ataque. Acostumado a ser um time agressivo nos 20 minutos iniciais do primeiro tempo, o Sampaio pouco apresentou essa intensidade no combate e na tentativa de recuperação de bola no campo ofensivo.

Na etapa final, com a entrada de Valderrama, Maracás passou a ter trabalho dobrado na esquerda. Até que Leandro Cearense venceu o zagueiro e abriu o placar. Para tentar impedir novos avanços no setor, Sobral chegou a ficar responsável pela marcação, mas não conseguia dar conta, enquanto ofensivamente o Tricolor praticamente não agrediu o Leão do Pici. Para fechar a péssima noite Tricolor, Reginaldo Junior teve grande chance nos minutos finais, mas acabou mandando a bola para fora.

Sampaio tem valorização de R$ 3,6 milhões da marca nos últimos cinco anos

Os acessos consecutivos conquistados nos últimos cinco anos ajudaram o Sampaio a valorizar sua marca em R$ 3,6 milhões, atingindo o valor de R$ 6,3 milhões em 2017. Os dados são da 10ª edição da pesquisa de Valor das Marcas e Finanças dos Clubes Brasileiros, realizado pela BDO. Para medir o valor da marca, vários indicadores são analisados pela empresa, dentre os quais estão os balanços das equipes, média de público e valores provenientes de patrocínios e cotas de TV.

No estudo divulgado, o Tricolor é a 39ª equipe mais valiosa do Brasil, considerando os 40 maiores times do país. Na região Nordeste apenas nove clubes integram o grupo dos 40 maiores do país (Bahia, Vitória, Sport, Náutico, Santa Cruz, Ceará, Fortaleza, ABC e Sampaio). Considerando o ranking regional, o Tricolor maranhense fica na nona colocação, enquanto Sport, Bahia e Vitória aparecem, respectivamente, como os três maiores da região.

A maior valorização da marca do Sampaio ocorreu em 2016, com o clube sofrendo um ganho de R$ 1,6 milhões em seu valor. Na época, o Tricolor vinha de sua melhor campanha na Série B, ocupando a sétima colocação. Apesar do rebaixamento, também em 2016, o Tubarão não sofreu desvalorização, saltando de R$ 5,8 milhões para R$ 6,3 milhões.

O estudo também analisou as finanças das federações estaduais. Segundo o relatório, a Federação Maranhense fechou 2016 com R$ 2,34 milhões em receitas, uma queda de 6%, comparado com 2015, quando a entidade acumulou R$ 2,5 milhões. No ranking operacional, a FMF ficou na nona colocação, após fechar 2016 com um superávit de R$ 36 mil.

Sampaio começa a manutenção do elenco para 2018

Fernando Sobral (22 anos) e Maracás (23 anos) foram os primeiros jogadores confirmados pelo Sampaio com a permanência para a temporada de 2018. Dentre os titulares do elenco, a dupla é a com maior potencial e possibilidade de retorno financeiro para o Tricolor nos próximos anos.

Indiscutivelmente a manutenção de uma boa base do elenco que conquistou o acesso para a Série B é fundamental, mas mais do que isso, o Tricolor novamente tenta construir um ciclo de trabalho, assim como entre 2009 e 2014. Quando o Tricolor chegou ao auge com Rodrigo Ramos e Eloir como destaques, a base daque elenco começou a ser construída cinco anos antes, para quem um dia sonha em chegar à Série A, esse é o caminho que deve ser seguido.

Maracás é um zagueiro com potencial para disputar a Série A do Brasileirão. Com passagens pelas bases do Bahia e Vitória, antes de chegar ao Tricolor e se firmar como um dos jogadore chave da equipe. Veloz e com bom timming nos desarmes, o defensor precisa ser mais consistente em suas partidas, evitando falhas, como a que originou o pênalti no jogo contra o Botafogo-PB, na última rodada da fase de grupos.

Fernando Sobral, como já escrevi sobre ele, é um meia com bom potencial atuando centralizado no campo e com a possibilidade de jogar pelo lado esquerdo e até como um segundo volante, que não precise de tanta marcação. Com apenas 22 anos, o cearense poderá se tornar uma peça fundamental ao Sampaio no futuro ou até render bom retorno financeiro.

O Sampaio começa a se espelhar em sua própria história para ter um time capaz de se consolidar na Série B nos próximos anos. É o primeiro passo para poder no futuro ter ambições maiores.

Fernando Sobral: um bom achado de Francisco Diá para o Sampaio

Titular absoluto, desde que Marlon perdeu a vaga por causa de uma lesão, e autor do gol que selou o retorno do Sampaio à Série B, o meia Fernando Sobral é um dos excelentes achados do técnico Francisco Diá. Atuando como meia central e dando suporte aos movimentos ofensivos pela esquerda, o jogador de 22 anos, se mostra uma boa peça para seguir no elenco Tricolor em 2018.

Neste período em que voltou ao time titular, inicialmente Fernando cumpria mais a função de meia-central, deixando as pontas, respectivamente, com Hiltinho e Felipe Marques. Mas no decorrer da competição, acabou sendo recuado, principalmente por conta da ausência de Diego Silva, para dar mais qualidade na transição ofensiva do Tricolor.

Nos últimos jogos, apesar de começar a jogar um pouco mais atrás, Fernando soube aproveitar as oportunidades quando foi ao ataque. Foi assim no jogo do acesso, no contra-ataque puxado por Felipe Marques, passando por Marlon até chegar no camisa 8, que surgiu como elemento surpresa na área do Volta Redonda. No geral foram três gols em 11 jogos disputados até o momento com a camisa Tricolor.

Antes de chegar ao Sampaio, como o próprio nome sugere, Fernando começou no futebol cearense, defendendo o Guarany de Sobral e com passagens pelo Icasa e Horizonte, antes de chegar ao Atlético-GO por empréstimo. Aos 21 anos, foi para o Flu de Feira, onde ajudou a equipe a chegar até as quartas de final da Série D em 2016 e realizar uma boa campanha no Baianão, antes de defender o Sampaio.

Com apenas 22 anos, Sobral ainda tem margem para melhorar sua qualidade e se tornar um bom meia. Essa característica é encontrada em boa parte dos jogadores indicados por Francisco Diá. Além do meia, o zagueiro Maracás e o lateral-direito Pedro são exemplos de atletas com um bom potencial e que poderão ser úteis na próxima etapa da reestruturação e consolidação do Sampaio na Série B.

Nome
Fernando Sobral
Nacionalidade
bra Brasil
Posição
Meia
Time Atual
Sampaio Corrêa
Aniversário
17 de dezembro de 1994
Idade
24

Campeonato Maranhense

TemporadaClubeJogosMinutosGolsAssistsAmarelosVermelhos
2018Sampaio Corrêa52790000
Total-52790000

Copa do Nordeste

TemporadaClubeJogosMinutosGolsAssistsAmarelosVermelhos
2018Sampaio Corrêa1210022110
2019Sampaio Corrêa1300000
Total-1310322110

Série B

TemporadaClubeJogosMinutosGolsAssistsAmarelosVermelhos
2018Sampaio Corrêa3025263160
Total-3025263160

Série C

TemporadaClubeJogosMinutosGolsAssistsAmarelosVermelhos
2017Sampaio Corrêa128123230
Total-128123230

Total da Carreira

TemporadaJogosMinutosGolsAssistsAmarelosVermelhos
2017128123230
20185141155270
20191300000
Total64495784100

Sampaio 1×1 Volta Redonda: segurança de Odair e precisão de Marlon garantem acesso Tricolor

Foi apenas um ano na Série C e o retorno garantido para a Série B. Com o empate em 1 a 1 com o Volta Redonda, após ter vencido o jogo de ida por 1 a 0, o Tricolor selou o acesso na Série C, deixando para trás, além dos rivais em campo, toda a desconfiança após um início de temporada ruim. Sob o comando de Francisco Diá, o Sampaio voltou a encontrar seus dias de glória.

Com o acesso garantido, o Sampaio tem a oportunidade de buscar seu quarto título nacional e chegar à terceira final na Série C. Campeão do torneio em 1997 e vice em 2013, o Tricolor espera o Fortaleza ou o Tupi na semifinal da competição.

Para o jogo do acesso, Diá alterou seu plano de jogo e, assim como o Volta Redonda, o Tricolor desta vez ficou postado no 4-2-3-1. O Volta Redonda foi melhor na primeira etapa, principalmente por conta do controle de Bruno Barra no meio-campo e Dija Baiano, apesar de seguir aberto pela direita, buscando mais o jogo na faixa central e conseguindo escapar dos embates individuais com Pedro.

A bola aérea foi o tormento dos primeiros minutos para o Sampaio e um escanteio de Dija Baiano, quase terminou em gol de David Batista. Ofensivamente, Hiltinho era o responsável pela faixa central e Isac seguia longe da área, deixando o Tricolor sem uma referência no ataque, o que também aconteceu no jogo de ida.

Se o Volta Redonda foi melhor na etapa inicial, no segundo tempo o cenários se inverteu. A melhora do Sampaio foi refletida principalmente após a entrada de Marlon, que se não tem a velocidade de Hiltinho, corresponde com a precisão no passe. Em cinco minutos, o meia finalizou duas vezes com perigo ao gol defendido por Andrey.

Foi de Marlon também o passe para o gol de Fernando Sobral, que colocou o Sampaio na frente e ampliou a vantagem no Castelão. A bola aérea voltou a assustar quando Luan empatou o jogo aos 41 minutos, mas não teve força para virar o jogo, com o Tricolor garantindo o retorno à Série B.

Sampaio tenta colocar 40 mil torcedores pela quinta vez no novo Castelão

No jogo decisivo contra o Volta Redonda, pelas quartas de final da Série C, o Sampaio tentará pela quinta vez levar 40 mil ou mais torcedores ao Castelão. Desde a reinauguração do Gigante do Outeiro da Cruz, o público igualou ou foi superior a esse número em quatro partidas, todas envolvendo o Tricolor no Campeonato Brasileiro.

Até o momento, na última parcial oficial divulgada pelo Sampaio, 21 mil ingressos foram vendidos para o confronto deste sábado. Considerando uma projeção, com base no crescimento diário até o momento do jogo, é provável que mais de 30 mil ingressos sejam vendidos antecipadamente. Já é o maior público do futebol maranhense em 2017.

Desde a reinauguração do Castelão, em 2012, o maior público do estádio foi no empate em 2 a 2 com o Vasco, pela 25ª rodada da Série B de 2014. Na ocasião foram 44.190 presentes no Gigante do Outeiro da Cruz, de acordo com o borderô da partida.

Pela Série C, em 2013, também nas quartas de final, o Sampaio conseguiu colocar 43.502 presentes no Castelão no triunfo por 5 a 3 diante do Macaé. Os outros dois jogos com mais de 40 mil torcedores foram na Série D de 2012, nas oitavas de final e na final, respectivalmente, com 40 mil e 40.100 presentes.

Os jogos com 40 mil ou mais presentes no novo Castelão
23/09/2014 – Sampaio 2×2 Vasco – Série B – 44.190
19/10/2013 – Samapio 5×3 Macaé – Série C – 43.502
21/10/2012 – Sampaio 2×0 Crac – Série D – 40.100
12/09/2012 – Sampaio 4×1 Vilhena – Série D – 40.000