Tag: Série B

Figueirense 1×0 Sampaio: catarinenses se fecham e Tricolor não consegue furar bloqueio

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Com um a mais durante a maior parte do segundo tempo, o Sampaio perdeu para o Figueirense por 1 a 0. O único gol do jogo foi marcado por Nogueira, ainda nos minutos iniciais.

Sem alternativas de jogo, o único caminho usado pelo time maranhense para tentar o empate foram os cruzamentos na área ou a chegada com bolas paradas, enquanto os catarinenses montaram um bloqueio durante os 90 minutos de jogo, com os maranhenses fechando a partida com 67% de posse contra 33% dos donos da casa. Com a bola, mas sem saber jogar, o Tricolor fechou a partida com apenas três finalizações certas, o mesmo número de chutes do Figueirense durante os 90 minutos.

O primeiro tempo foi concentrado principalmente pelo lado esquerdo do Sampaio. Diego Renan, com os avanços pelo setor, buscava Jorge Henrique para tabelar, enquanto Renan Mota dava o suporte pelo meio-campo. Logo aos seis minutos, um escanteio cobrado na área do Sampaio originou o gol do Figueirense, marcado por Nogueira.

O gol fez com que o Figueirense recuasse o time para esperar o Sampaio no campo ofensivo. As principais jogadas do Tricolor surgiam com a tabela Bruninho e Alyson, que enfrentavam a marcação de Diego Renan e Renan Mota pelo setor. Além da finalização de Bruninho, as outras duas boas chances do Sampaio surgiram com uma cobrança de falta de Danielzinho e após um escanteio do Tricolor.

O fim do primeiro tempo reservou a expulsão do volante Zé Antônio, responsável por interceptar os passes no apoio à zaga do Figueirense. Por causa da expulsão, Pereira e Renan Luis entraram no Figueira, com o primeiro assumindo a função de Zé Antônio, enquanto André auxiliava na marcação pela esquerda e tentava centralizar nos raros ataques dos donos da casa.

Com um a mais e sem conseguir criar, a alternativa de Roberto Fonseca para pressionar o Figueirense foi colocar Alexandro para sobrecarregar com o jogo de bola área. A melhor oportunidade do Tricolor foi um quase gol contra, já que o time maranhense sequer finalizou na direção do goleiro Dênis. Sem conseguir a virada, o Sampaio ainda perdeu Fumaça, expulso após receber o segundo cartão amarelo.

Sampaio 2×0 Oeste: Bruninho comanda triunfo e Tricolor se aproxima do G-4

Lucas Almeida / L17 Comunicação

Os dois gols de Bruninho no primeiro tempo foram suficientes para garantir a primeira vitória do Sampaio diante do Oeste na Série B, após seis confrontos entre as duas equipes. A vitória por 2 a 0 também deixa o Tricolor próximo do G-4, ficando a três pontos da zona de acesso e abre seis pontos para a zona de rebaixamento.

O Oeste começou o jogo deixando claro a dificuldade na marcação pela esquerda, principalmente por causa dos avanços simultâneos de Alyson e Bruninho, confundindo Bruno Lopes, que era quem voltava para fechar o setor com Daniel Borges.

Ofensivamente, o Oeste tentava atacar atraindo o Sampaio, com passes curtos entre os zagueiros e posteriormente tentava um lançamento buscando Bruno Lopes ou Mazinho na frente, sem sucesso.

O Sampaio apresentou uma novidade com a movimentação de Danielzinho, que fechava pela direita na linha de quatro do meio-campo, mas quando o time atacava, buscava a faixa central, deixando a direita apenas para os avanços de Bruno Moura. Essa movimentação foi crucial para o meia dar o passe para o gol de Bruninho, aos 25. Após três minutos, Bruninho apareceu em jogada individual e ampliou o marcador.

Com o 2 a 0 foi natural o Sampaio diminuir a intensidade do jogo, assim como fez contra o Brasil de Pelotas, somente na reta final do primeiro tempo. Na etapa final, com a entrada de Uilliam no ataque, o Tricolor criou mais oportunidades no jogo.

O foco do jogo do Sampaio era principalmente pela direita, em cima de Claudinho e Guilherme. O Oeste foi inofensivo durante todo o segundo tempo, sem ameçar o triunfo Tricolor, que encerrou o tabu de seis jogos sem vencer o time do interior paulista.

Sampaio 1×1 Avaí: Tricolor segue sem vencer catarinenses e empata em casa

Um jogo pobre de ideias e um empate justo pelo pouco que Sampaio e Avaí apresentaram no Castelão. O empate em 1 a 1 mantém o Tricolor maranhense na 12ª colocação, agora a quatro pontos do G-4 e do Z-4 da Série B. Com o resultado, o time maranhense segue sem vencer os catarinenses desde que retornou à Série B em 2014.

No total, desde 2014, Sampaio e Avaí se enfrentaram cinco vezes, considerando o primeiro encontro de 2018. Nos cinco jogos, são dois empates, ambos na capital maranhense, e três vitórias catarinenses. No segundo turno os comandados de Roberto Fonseca terão a oportunidade de buscar o primeiro triunfo diante da equipe de Florianópolis.

Em campo, Sampaio e Avaí apresentaram um futebol pobre, especialmente no primeiro tempo. O Tricolor se limitou a jogadas laterais, que terminavam com cruzamentos buscando Alexandro, enquanto os visitantes tentavam nas bolas alçadas da defesa para o ataque, encontrar um caminho para encaixar um contra-ataque.

Na etapa final a entrada de Wellington Rato mudou a dinâmica ofensiva do Sampaio. O meia, junto com Fernando Sobral, se apresentava como opção na entrada da área, dando mais possibilidades para tentar furar a defesa do Avaí. O problema é que Sobral e Rato erravam os passes decisivos e quando Danielzinho teve a melhor oportunidade, mandou para fora.

Fumaça foi quem mudou de vez o jogo. Logo no primeiro lance escorou o cabeceio na trave. Pelo lado do Avaí, a entrada de Getúlio para explorar a ala esquerda foi determinante. Em uma das arrancadas, Getúlio saiu cara a cara com Andrey e sofreu o pênalti. Alemão abriu o placar. Em menos de três minutos, Fumaça, com um gol achado, assim como a penalidade dos visitantes, impediu a derrota Tricolor e garantiu o empate no Castelão.

Fortaleza 1×0 Sampaio: acuado, Fonseca perde a primeira no comando do Tricolor maranhense

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Não deu para o Sampaio derrubar a invencibilidade do Fortaleza. O Tricolor maranhense foi derrota por 1 a 0 na tarde deste domingo, com Gustavo marcando o único gol da partida, que contou com os donos da casa controlando a partida durante os 90 minutos.

Assim como em todos os jogos sob o comando de Roberto Fonseca, o Tricolor fechou com a posse de bola abaixo dos 40%, no total apenas 35% do tempo com a bola sob controle, enquanto o Fortaleza amassava os maranhenses. A derrota é a primeira de Fonseca no comando do Tubarão, que agora está a quatro pontos do G-4, mas segue perto da zona de rebaixamento, com três pontos a mais que o CRB.

Como era esperado o Fortaleza começou melhor principalmente com os ataques pela direita, construídos por Edinho. No primeiro cruzamento, Gustavo acertou o travessão do Sampaio, que voltou a ser carimbado após uma cobrança de falta de Dodô. O Tricolor maranhense sequer saía do setor ofensivo, além da pressão cearense, havia a falta de volume de jogo no ataque.

Quando João Paulo recuperava a bola pela esquerda, Kaike não acompanhava para ser uma opção, além de Sobral e Silva que não se apresentavam por dentro. Sozinho, o meia era facilmente marcado na ponta. O Fortaleza, após os 15 minutos de pressão, encontrou dificuldade para invadir a área do Sampaio. Com isso, Marlon passou a jogar mais próximo de Gustavo, com os cruzamentos partindo da direita, para tentar encontrar o ataque cearense, medida que não surtiu efeito no placar.

No segundo tempo as duas equipes mudaram a postura, primeiro com o Fortaleza tentando aproveitar a faixa central para atacar. Jean Patrick passou a encostar mais em Dodô, enquanto Edinho tentava atacar por dentro, se afastando da linha lateral. No Sampaio, os laterais passaram a ter liberdade para avançar, enquanto Sobral tentava dar o suporte ofensivo pelo meio.

A mudança deu certo para o Fortaleza, que na pressão de Edinho na saída de bola, viu Kaike errar e achou Gustavo para abrir o placar. Com a desvantagem no marcado, Fonseca alterou o sistema do Sampaio, centralizando João Paulo com Alexandro, deixando Sobral para apoiar Cesar Sampaio na marcação, enquanto Fumaça e Danielzinho atuavam pelas pontas. Mudanças sem eficácia para alterar o placar e impedir o triunfo do Leão cearense.

Os reforços do Sampaio na era Roberto Fonseca

Roberto Fonseca chegou e junto com a troca de treinador, o Sampaio voltou ao mercado e acertou a contratação, até agora, de quatro novos jogadores. O goleiro Busato, relacionado no triunfo por 1 a 0 diante da Ponte Preta, o lateral-esquerdo Raul, o volante Matheus Santana e o atacante Alexandro, que ainda farão suas estreias pelo time maranhense, foram os reforços apresentados após a troca no comando.

Enquanto Busato chega para ser o reserva imediato de Andrey, o que era esperado após as falhas de Warleson e André Luiz, Raul é quem aparece com maior chance de assumir a titularidade no Tricolor. O lateral de 32 anos disputou o Campeonato Paulista pelo Ituano e tem uma característica mais defensiva, diferente de Alyson, atual titular da posição no Tricolor.

Na Série B, Raul se destacou pelo América-MG em 2014 e 2015, com 31 jogos disputados nas duas temporadas. Em 2017 foi titular do CSA, ajudando a equipe na conquista do acesso para a Série B e depois seguiu para o Ituano, disputar o Paulistão em 2018, antes de acertar com o Sampaio.

No meio-campo, Mateus Santana chega como provável opção para William Oliveira, volante titular do Sampaio. Durante a Série B de 2017, o jogador foi relacionado em 21 jogos no Juventude, mas atuou somente em 12 deles. Durante o Gauchão de 2018 disputou nove jogos, mas acabou perdendo espaço no elenco após o início da Série B.

Fechando o pacote inicial de reforços está o atacante Alexandro, de 31 anos. A última grande temporada do jogador foi em 2014, quando marcou 12 gols em 31 jogos pela Ponte Preta na Série B e seguiu para os Emirados Árabes, onde anotou 10 gols em 13 jogos pelo Emirates. Desde seu retorno ao Brasil, em 2015, Alexandro não ultrapassa a marca dos cinco gols na temporada.

Em 2015 foram cinco gols com 23 jogos disputados pelo Bahia e Ponte Preta, na temporada seguinte apenas dois gols, considerando a passagem no clube paulista e no Paysandu. Em 2017 o atacante anotou quatro gols em 20 jogos, pelo Oeste e Novorizontino, e em 2018 conta com apenas dois gols em nove jogos pela Portuguesa-RJ. No Sampaio, Alexandro deverá ser o reserva imediato de Carlão, que alterna a titularidade no ataque com Uilliam nos primeiros jogos sob o comando de Roberto Fonseca.

Sampaio 1×0 Ponte Preta: Tricolor anula a Macaca e vence a segunda seguida na Série B

Lucas Almeida / L17 Comunicação

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Em um jogo com mais uma assistência de João Paulo, o Sampaio venceu a Ponte Preta por 1 a 0 na noite desta segunda-feira, no Castelão. O gol de Bruninho garantiu o triunfo Tricolor, segundo consecutivo na Série B e mantendo a série de quatro jogos invicto sob o comando do técnico Roberto Fonseca, que contabiliza três vitórias e um empate.

O triunfo, que deixa o Sampaio com 10 pontos e na 11ª colocação, vem em um momento crucial, antes de dois confrontos complicados contra o Fortaleza (fora) e Avaí (casa), ambos no G-4 da Série B. Apesar do triunfo, o destaque negativo com o lateral-esquerdo, que voltou a ser expulso, acumulando o segundo cartão vermelho nos últimos três jogos.

As duas equipes começaram o jogo apostando nas chegadas ofensivas pelas laterais. O Sampaio arriscava pela direita, principalmente Bruninho, que ainda achou João Paulo para cabecear para fora. A Ponte Preta conseguia avançar pelas duas pontas, mas enquanto Junior Santos era a alternativa ofensiva isolada pela esquerda, na direita, Roberto contava com o apoio do lateral Igor.

Com Tiago Real e Andre Luiz por dentro, a Ponte tentava abrir a zaga do Sampaio, mas sem êxito. Com a ausência de Diego Silva, o Sampaio pouco atacava por dentro, mas na primeira chegada de João Paulo na esquerda, o ponta achou Bruninho para abrir o placar no Castelão. Assim como nos últimos jogos, após o gol, o Tricolor voltou a segurar o time defensivamente, mas sem levar grandes sustos da Ponte.

O Sampaio voltou melhor na segunda etapa, mas a expulsão de Alyson obrigou a nova mudança no esquema do Tricolor. Com a ausência do lateral-esquerdo, Roberto Fonseca sacou Carlão para solucionar a ausência com a entrada de Kaike e puxou Fernando Sobral para a meia-esquerda, deixando João Paullo como a referência do ataque Tricolor, formando um 4-4-1.

Com Fernando Sobral pela esquerda, a aposta ofensiva do Sampaio era principalmente na velocidade de Bruninho pela direita. Com a Ponte Preta sem incomodar ofensivamente, principalmente por causa do bloqueio formado com Cesar e Silva na frente da zaga, o Tricolor não teve dificuldade para segurar a vitória e garantir o segundo triunfo consecutivo na Série B.

Brasil de Pelotas 1×2 Sampaio: vitória fora de casa e alívio na Série B

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O triunfo por 2 a 1 diante do Brasil de Pelotas tira o Sampaio da zona de rebaixamento da Série B. Após um primeiro tempo que controlou o jogo, na etapa final, o Tricolor adotou uma postura extremamente defensiva, o que ajudou a fechar o jogo com apenas 35% de posse de bola, contra 65% dos donos da casa.

Os números de finalizações explicam o recuo do Sampaio na etapa final. No primeiro tempo, o Tricolor finalizou cinco vezes contra três do Xavante, mas na etapa final, enquanto o time maranhense chutou apenas uma vez ao gol defendido por Marcelo Pitol, os donos da casa arriscaram sete vezes. Apesar do recuo durante toda a etapa final, o Tricolor garantiu três pontos importantes na briga contra o rebaixamento na Série B, saindo da zona e empurrando os gaúchos para a 17ª colocação.

O Brasil de Pelotas até começou o jogo pressionando, principalmente com os cruzamentos pela direita. Após os 10 minutos inciais, o Sampaio controlou o jogo no Bento Freitas. Com a linha defensiva mais estreita, Bruninho e João Paulo voltavam para auxiliar na marcação pelas laterais, deixando o Xavante com caminho ofensivo somente nas bolas paradas.

A bola para foi o caminho do Sampaio para abrir o placar. João Paulo cobrou falta com precisão e Fredson cabeceou para o fundo do gol defendido por Pitol. Em um excelente contra-ataque de 6 contra 2, João Paulo errou o passe que poderia resultar no segundo gol Tricolor. Ainda assim o Sampaio ampliou o marcador, quando Bruninho cruzou e Heverton marcou contra antes do intervalo.

No segundo tempo a entrada de Kaio melhorou o jogo do Brasil de Pelotas pelo meio, escapando da marcação de William Oliveira e Fernando Sobral. Com nenhuma chegada ao ataque, o Tricolor foi pressionado, principalmente pelos avanços na direita do Xavante, mas foi na bola parada, após a cobrança de um escanteio que Eder Sciola descontou no Brento de Freitas.

Nos 15 minutos finais do jogo, se o Sampaio não conseguia atacar, o Brasil de Pelotas pecava pelos erros de passe no meio-campo. Com os dois times sem levar perigo ao gol adversário, as redes não voltaram a balançar no interior do Rio Grande do Sul e o Tricolor sai da zona de rebaixamento da Série B.

Na Série D, Moto lidera arrecadação de bilheteria no Maranhão

Entre os quatro clubes que seguem em atividade na temporada de 2018, o Moto lidera com folga o ranking de arrecadação líquida dos maranhenses na temporada. Com apenas sete jogos, considerando o Estadual e a Série D, o Rubro-Negro acumula R$ 114 mil de lucro somente com a realização dos jogos na temporada.

O Sampaio, mesmo com a disputa da Copa do Brasil e da Copa do Nordeste, tem acumulado na temporada apenas R$ 52 mil de lucro de bilheteria. O Imperatriz aparece com R$ 102 mil arrecadados e o Cordino tem prejuízo de R$ 26 mil.

O que causa espanto é quando considerado apenas a disputa da Série D e a Série B. O Moto levou 7258 torcedores pagantes nos dois jogos no Nhozinho Santos, enquanto o Sampaio, que teve que jogar a estreia contra o Coritiba com portões fechados, nos dois jogos seguintes em casa, contra Paysandu e CRB, levou 4.745 pagantes ao Castelão.

Números que impactam no lucro ao fim dos jogos. O Rubro-Negro soma renda líquida na Série D de R$ 64.085,90, enquanto o Tricolor acumula um prejuízo de R$ 12.231,34. Imperatriz e Cordino realizaram apenas um jogo em casa, com o Cavalo de Aço arrecadando R$ 10.242,16 e a Onça acumulando prejuízo de R$ 5.097,31.

Um dado negativo no levantamento é que ainda não houve um público superior a 10 mil pagantes na temporada no futebol maranhense. Para ultrapassar essa marca, o Sampaio aposta na promoção com ingressos a partir de R$ 5 para o confronto contra o Vitória nas quartas de final da Copa do Nordeste.

Para fechar, vale destacar que entre os cinco maiores públicos pagantes da temporada, o Sampaio aparece três vezes, com o recorde contra a Ponte Preta com 9923 torcedores e o Moto na terceira colocação com 4159 torcedores diante do Sparta. O Superclássico disputado no Campeonato Maranhense, considerado como campo neutro, fica na quarta colcoação com 4064 pagantes.

Os cinco maiores públicos do futebol maranhense em 2018
Sampaio 0x0 Ponte Preta – Copa do Brasil – 9.923
Sampaio 1×0 Paraná – Copa do Brasil – 4.448
Moto 1×0 Sparta – Série D – 4.159
Sampaio 1×1 M0to – Maranhense – 4.064
Sampaio 1×1 Paysandu – Série B – 3.306

As arrecadações dos Maranhenses no Brasileiro
1º Moto R$ 64.085,90
2º Imperatriz R$ 10.242,16
3º Cordino – R$ 5.097,31
4º Sampaio – R$ 12.231,84

Francisco Diá deixa o Sampaio com o segundo menor aproveitamento do Tricolor na Série B

Demitido após a derrota por 3 a 2 para o CRB, o técnico Francisco Diá deixa o Sampaio como o treinador com menor aproveitamento em jogos da Série B no comando da equipe. A comparação foi feita considerando somente os jogos da competição e com um mínimo de cinco partidas, além de excluir os interinos, como foram Arlindo Maracanã e Vinícius Saldanha em algumas oportunidades.

O melhor aproveitamento de um técnico no comando do Sampaio na Série B ainda fica com Flávio Araújo, que saiu após a 12ª rodada do torneio em 2014, por motivos pessoais. Francisco Diá, com os quatro pontos conquistados nas cinco primeiras rodadas, supera apenas Wagner Lopes, que teve um aproveitamento de apenas 23,5% e que comandou a equipe em 17 jogos em 2016.

No geral, Francisco Diá deixa o Sampaio com um aproveitamento intermediário, com 48,1%, onde foram 20 vitórias, 18 empates e 16 derrotas em 54 jogos no comando do Tricolor. Pesou para a saída do treinador principalmente a eliminação no Campeonato Maranhense e antes do início da Série B, a diretoria chegou a buscar outras opções para o comando da equipe.

Apesar da eliminação no Estadual, Diá foi responsável por levar o Sampaio duas vezes seguidas para a terceira fase da Copa do Brasil, onde o Tricolor nunca havia chegado e a classificação inédita para a segunda fase da Copa do Nordeste. A troca ocorre no único momento em que poderia acontecer, já que o seu substituto terá uma semana de treinos até o confronto contra o Vitória, pelas quartas de final da Copa do Nordeste.

Confira o rendimento dos técnicos do Sampaio na Série B*
Flávio Araújo (2014) – 52,7%
Leo Condé (2015) – 49,5%
Lisca (2015) – 46,3%
Flávio Araújo (2016) – 27,7%
Francisco Diá (2017-18) – 26,6%
Wagner Lopes (2016) – 23,5%

*mínimo de cinco jogos disputados

Sampaio sob pressão

Lucas Almeida / L17 Comunição

A derrota por 3 a 2 diante do CRB, quatro jogos sem vencer na Série B e a proximidade do time da zona de rebaixamento. Os elementos deixam a pressão no Sampaio a cada dia maior. Apesar da campanha histórica na Copa do Nordeste, onde chegou até às quartas de finais, e na Copa do Brasil, onde, pela segunda vez em sua história, avançou para a terceira fase, o técnico Francisco Diá vive dias de incerteza no comando do Tricolor.

A campanha na Série B não chega a ser o principal motivo para tal pressão, uma vez que o elenco Tricolor, desde antes da competição começar, era nitidamente limitado. E aí que mora a grande reclamação de boa parte dos torcedores. Durante o Campeonato Maranhense foram várias apostas em jogadores de 20 a 22 anos, mas que chegavam sem projeção de aproveitamento real.

Marcelinho, Nonato, Alexandre Pinho, Erickys, Shalon, entre outros. Do quinteto, apenas Nonato segue no atual elenco do Sampaio, alternando jogos no banco de reservas e outros sem ser relacionado. Quando começaram as contratações para a Série B, logo após a eliminação no Campeonato Maranhense, houveram reforços bem contestáveis. O que exemplifica esse caso é o atacante Claudio Maradona que chegou, fez apenas dois jogos e pediu as contas.

A falta de elenco fica nítida quando há a necessidade de rodar as peças. No gol, Andrey não tem um substituto de segurança, o que ficou claro quando foi necessário contar com André Luiz ou Warleson no gol. Na zaga, Fredson e Odair estão abaixo dos dois titulares, Joécio e Maracás. O meio-campo, talvez seja o setor mais equilibrado, principalmente no nível dos volantes, mas com a saída de Marlon, ainda não há um jogador com as características do meia no elenco.

Completando, o ataque passa por um momento de reformulação. Apesar dos gols perdidos por Alvinho, o jogador contratado após defender o São Bernardo parece ser a melhor opção no elenco para a função de nove, com Carlão virando opção quando precisar de força ofensiva por cima. Uilliam, que é um dos artilheiros do time na temporada, precisa provar que pode balançar as redes contra adversários complicados, o que ainda não foi uma regularidade na temporada.

Se houver a troca de um treinador, o Sampaio vive o momento ideal para isso, pois será com 10 dias de folga até o próximo jogo, tempo mínimo para uma transição de métodos. Após isso, o Tricolor volta a maratona de jogos e aí, qualquer troca de técnico, será apenas uma mudança de gestor da equipe, já que praticamente não haverá tempo para treinos intensos até o início de junho.