Categoria: Opinião

Sampaio sob pressão

Lucas Almeida / L17 Comunição

A derrota por 3 a 2 diante do CRB, quatro jogos sem vencer na Série B e a proximidade do time da zona de rebaixamento. Os elementos deixam a pressão no Sampaio a cada dia maior. Apesar da campanha histórica na Copa do Nordeste, onde chegou até às quartas de finais, e na Copa do Brasil, onde, pela segunda vez em sua história, avançou para a terceira fase, o técnico Francisco Diá vive dias de incerteza no comando do Tricolor.

A campanha na Série B não chega a ser o principal motivo para tal pressão, uma vez que o elenco Tricolor, desde antes da competição começar, era nitidamente limitado. E aí que mora a grande reclamação de boa parte dos torcedores. Durante o Campeonato Maranhense foram várias apostas em jogadores de 20 a 22 anos, mas que chegavam sem projeção de aproveitamento real.

Marcelinho, Nonato, Alexandre Pinho, Erickys, Shalon, entre outros. Do quinteto, apenas Nonato segue no atual elenco do Sampaio, alternando jogos no banco de reservas e outros sem ser relacionado. Quando começaram as contratações para a Série B, logo após a eliminação no Campeonato Maranhense, houveram reforços bem contestáveis. O que exemplifica esse caso é o atacante Claudio Maradona que chegou, fez apenas dois jogos e pediu as contas.

A falta de elenco fica nítida quando há a necessidade de rodar as peças. No gol, Andrey não tem um substituto de segurança, o que ficou claro quando foi necessário contar com André Luiz ou Warleson no gol. Na zaga, Fredson e Odair estão abaixo dos dois titulares, Joécio e Maracás. O meio-campo, talvez seja o setor mais equilibrado, principalmente no nível dos volantes, mas com a saída de Marlon, ainda não há um jogador com as características do meia no elenco.

Completando, o ataque passa por um momento de reformulação. Apesar dos gols perdidos por Alvinho, o jogador contratado após defender o São Bernardo parece ser a melhor opção no elenco para a função de nove, com Carlão virando opção quando precisar de força ofensiva por cima. Uilliam, que é um dos artilheiros do time na temporada, precisa provar que pode balançar as redes contra adversários complicados, o que ainda não foi uma regularidade na temporada.

Se houver a troca de um treinador, o Sampaio vive o momento ideal para isso, pois será com 10 dias de folga até o próximo jogo, tempo mínimo para uma transição de métodos. Após isso, o Tricolor volta a maratona de jogos e aí, qualquer troca de técnico, será apenas uma mudança de gestor da equipe, já que praticamente não haverá tempo para treinos intensos até o início de junho.

O triste fim do ciclo de Marcinho como técnico do Moto

Menos de um mês após conquistar seu primeiro título como treinador, o ciclo de Marcinho Guerreiro chega ao fim no comando do Moto. Não por causa de decisões erradas ou resultados negativos, mas simplesmente pela irresponsabilidade dos dirigentes do Rubro-Negro. Tratam um dos principais ídolos da história do time, campeão como jogador e treinador, como se fosse um qualquer e desrespeitam os trabalhadores, não só da comissão técnica, como também os que vestem a camisa para entrar em campo.

É bizarro entender a saída de Marcinho Guerreiro, que em 2018 perdeu apenas um jogo, conquistou seis vitórias e cinco empates. Campeão Estadual após dois anos e responsável pelo melhor início do Rubro-Negro na Série D. Um aproveitamento, na temporada, de 63,8%. No geral, considerando os primeiros jogos de 2017 e o período como interino na Série C, Marcinho comandou o Moto em 27 jogos, com 13 vitórias, nove empates e cinco derrotas, um aproveitamento acumulado de 59,2%.

Além dos números, Marcinho era o elo de uma diretoria perdida e desacreditada com o elenco do Moto. Luís Miguel, que levou o São José até às semifinais do Campeonato Maranhense é o escolhido para ser seu substituto. Tecnicamente, a escolha é até boa, mas o problema é que Luis chega como uma cara nova no meio de uma crise intensa.

Marcinho sai do Moto com débitos e a ingratidão por parte da diretoria. Conseguiu colocar um estilo de jogo no Rubro-Negro, marcado por uma escalação sempre no 4-2-3-1 e com força no contra-ataque. Começou bem a Série D, com um cenário promissor até para sonhar com acesso, mas tudo isso é colocado abaixo com a sua saída e a clareza de que a diretoria do Rubro-Negro, mais do que nunca, não sabe o que está fazendo.

Saldanha aposta em jovem trio ex-Sampaio no Imperatriz

Lucas Almeida / L17 Comunicação

O lateral Wesley e os volantes Tibiri e Morango, todos com 21 anos, são três apostas do técnico Vinícius Saldanha para consolidarem suas carreiras no Imperatriz. Os três trabalharam com o treinador nas categorias de base do Sampaio em 2016, quando o time foi vice-campeão maranhense sub-19.

Do trio, Tibiri é quem tem maior experiência entre os profissionais, estreando profissionalmente pelo Expressinho em 2012, com apenas 16 anos. Na ocasião disputou cinco jogos na Série B do Maranhense antes de chegar para a base Tricolor no seguinte.

Ainda quando tinha contrato pelo Sampaio, foi emprestado ao São José em 2016 e realizou cinco jogos no Peixe Pedra. Pelo Sampaio, o volante nunca entrou em campo no time profissional, mas era visto como uma das principais promessas da equipe que contava com Fernandinho e João Vitor.

Morango teve pouco tempo no Sampaio e tão logo surgiu deixou o clube em 2017 após uma batalha judicial. Passou um período em São Paulo e acertou com o Imperatriz na reta final do Campeonato Maranhense.

Fechando está o lateral-esquerdo Wesley, único que chegou a jogar profissionalmente no Sampaio. Foram apenas seis jogos no time principal do Tricolor, uma dispensa após a eliminação no Campeonato Maranhense e o acerto com o Imperatriz para a Série D.

Com a camisa do Imperatriz, Tibiri já é um dos titulares do meio-campo, onde se destaca pela marcação. Wesley, a priori, ganhou a vaga na lateral-esquerda, onde Renan Luís foi titular durante o Campeonato Maranhense. Morango é apenas uma opção do elenco e já foi utilizado duas vezes na temporada, sempre saindo do banco de reservas, acumulando 58 minutos de jogo em 2018.

Imperatriz chega como a segunda força no grupo A6 da Série D

América-RN e Imperatriz chegam na Série D como os dois vice-campeões do grupo A6, com Guarani de Juazeiro e Belo Jardim completando a chave. Enquanto o Dragão e o Cavalo de Aço fizeram boas campanhas nos estaduais, o Rubro-Negro cearense chega após evitar o rebaixamento no Campeonato Cearense, enquanto os pernambucanos terminaram rebaixados em seu Estadual.

Vice-campeão potiguar, o América-RN chega sob o comando do técnico Ney da Mata, que substituiu Pachequinho durante o Estadual. O treinador, que comandou o CSA até a última rodada da fase classificatória da Série C de 2017, chega com um dos times mais cotados para brigar pelo acesso. No elenco, destaque para o experiente Cascata e o atacante Adriano Pardal, artilheiro da equipe na temporada.

O Guarani de Juazeiro tentará se recuperar da péssima campanha no Cearense, onde escapou do rebaixamento com um ponto a mais do que o Maranguape. Sob o comando do técnico Raimundinho Wagner, a equipe aposta principalmente na experiência do volante Márcio Tarrafas no meio-campo, que foi reforçado com a chegada de Ivson e Diego Recife.

O Belo Jardim é outro que quer se recuperar do péssimo início de temporada, onde foi rebaixado no Pernambucano. Sob o comando do técnico Pedro Manta, que chegou para montar o elenco da Série D, que passa por uma reformulação e conta principalmente com jogadores do Afogados, eliminado nas quartas de final do Estadual. O goleiro Evandrízio e o atacante Jean são os dois novatos de destaque na equipe do interior pernambucano.

Com o vice-campeonato em 2018, o Imperatriz chega em um momento semelhante ao do América-RN e com elenco bem superior ao dos outros dois adversários. A zaga com Lucas e Schmoller e o meio-campo com destaque para Eloir e Daniel Barros devem ser a chave para o Cavalo de Aço fazer uma boa campanha e avançar com tranquilidade, confirmando o status de segunda força do grupo e, quem sabe, tentar fazer frente ao América-RN.

Moto e Altos são os favoritos no grupo A5 na Série D

Os dois campeões estaduais do grupo A5, Moto e Altos entram como os principais favoritos para avançarem para a segunda fase. O ASSU tenta aparecer como possível surpresa, enquanto o Sparta deve ser mero figurante na chave.

O Altos, comandado por Paulinho Kobayashi, chega embalado após o bicampeonato piauiense. O Jacaré buscou reforços como o lateral-direito Neilson, o zagueiro Vitor Bafana e o atacante André Tavares, o Altos conta com um elenco bem completo para a disputa da Série D. Do time bicampeão, o goleiro Gideão, o lateral Tote, o zagueiro Leone e o atacante Manoel, artilheiro do clube em 2018 com 13 gols, chegam como os destaques para tentar buscar o acesso pelo terceiro ano seguido.

O ASSU chega após fechar o Campeonato Potiguar na quinta colocação e sob o comando do técnico Julio Terceiro, que fará sua estreia como treinador efetivo de um time. Da equipe que disputou o Campeonato Potiguar, o elenco deve sofrer uma reformulação e entre os reforços, o meia Romeu, que marcou quatro gols pelo Potiguar durante o Estadual, é o principal nome, ao lado do lateral-esquerdo Nininho e do meia Chiclete, que também devem integrar o time titular.

Fechando a chave do Rubro-Negro está o Sparta, comandado pelo técnico Fernando Brasília. Durante a Série D, a equipe terá que conciliar o torneio nacional com a disputa do Estadual, onde ocupa a vice-lanterna com apenas cinco pontos. Em campo, o veterano Moacri, de 36 anos, é o nome mais conhecido do time tocantinense.

Pelo perfil dos adversários do Moto, o confronto contra o ASSU já servirá para mostrar se algum time além do Altos fará frente ao Rubro-Negro na busca por uma das duas vagas na segunda fase. No histórico recente contra os piauienses, que é com quem deve disputar a liderança, o Rubro-Negro conta com um empate e uma derrota, ambas no ano de 2017. Ao que tudo indica, o Papão deve ter um caminho sem turbulências na primeira fase da Série D.

Cordino tem o grupo mais difícil entre os maranhenses na Série D

Após terminar o Campeonato Maranhense na sexta colocação, o Cordino terá agora pela frente a disputa de sua segunda Série D. Pela situação da equipe de Barra do Corda, que perdeu o lateral-direito Michel e o atacante Jonas, é o grupo mais difícil dentre os maranhenses na Série D.

O primeiro adversário será o Ferroviário, que avançou até a segunda fase do Campeonato Cearense e, apesar da lanterna no seu grupo na Copa do Nordeste, conseguiu uma classificação histórica até à quarta fase da Copa do Brasil. Para a Série D, o Tubarão da Barra chega sob o comando do técnico Maurílio Silva e bem reforçado, com destaque para o volante Robson Simplício e o atacante Edson Carius, um dos artilheiros do Campeonato Cearense com nove gols marcados pelo Floresta.

Na sequência a Onça terá pela frente o Interporto, que tem um bom começo no Campeonato Tocantinense, onde está invicto com duas vitórias e três empates. Para a Série D, a equipe de Porto Nacional conta com o reforço do lateral-direito Denilson, um dos destaques do MAC no Maranhense, e o meia Marcos Paullo, que retorna ao clube tocantinense após quatro anos e acumulando um acesso para a Série C com o Moto em 2016.

Fechando a lista de adversários está o 4 de Julho, que foi eliminado pelo Altos na semifinal do Campeonato Piauiense. Sob o comando de Jorge Pinheiro, o Colorado conta com destaques como o atacante Raphael Freitas, artilheiro do time com sete gols, ao lado de Ted, que balançou as redes quatro vezes.

O Cordino apostará principalmente nos gols de Ulisses para tentar surpreender na Série D. O atacante é o artilheiro da equipe com sete gols na temporada. Além de tentar ter um bom desempenho dentro de campo, a Onça precisará superar os problemas fora das quatro linhas, como salários atrasados e os jogos de portões fechados por falta de laudos do estádio Leandrão.

A equipe comandada por Marlon Cutrim chega sem perspectiva para avançar de fase. Em torneios nacionais, a Onça perdeu os quatro jogos realizados fora de casa e tentará manter a força em seus domínios, apesar da ausência da torcida.

Eloir pode consolidar recuperação da carreira na Série D com o Imperatriz

No MAC desde a metade do Campeonato Maranhense de 2017, o meia Eloir enfim recuperou o bom ritmo em 2018 e agora terá a oportunidade de provar que está bem na disputa da Série D, onde defenderá o Imperatriz. No Maranhense, o meia, que jogou recuado na equipe atleticana, participou de três gols em nove jogos, com um gol marcado e duas assistências.

No Imperatriz de Vinícius Saldanha, Eloir deve assumir a vaga de Rubens no time titular. Essa função no meio-campo do Cavalo de Aço foi uma das incógnitas do time durante o Estadual, com Rubens, Zé Neto e até Adauto revezando na função.

O volante de 30 anos provavelmente terá mais liberdade para atuar ofensivamente, sendo exigido na marcação em alguns momentos dos jogos. No MAC, como segundo volante, era o responsável por tentar a recuperação de bola após rebatidas das defesas adversárias e finalizava a transição ofensiva. Como chega com mais ritmo de jogo, diferente de 2017, quando sequer marcou gols ou deu assistências nos 11 jogos que disputou com o MAC, Eloir deverá ter um papel mais decisivo no Cavalo de Aço.

A disputa da Série D em seu segundo ano de retomada aos gramados será fundamental para comprovar que recuperou o bom futebol que o credenciou no Sampaio e teve pouca oportunidade de demonstrar no Ceará, antes de decidir paralisar sua carreira. No Cavalo de Aço pode ser a figura chave para a equipe ser competitiva e brigar por uma das quatro vagas na Série C de 2019.

Primeira meta do Sampaio é se manter na Série B

De volta à Série B após um ano na Série C, o Sampaio precisa entrar na competição com o foco na permanência para 2019. Com um elenco extremamente jovem, média de apenas 24,5 anos, o Tricolor naturalmente sonha em surpreender, mas antes de pensar em voos mais altos precisa chegar aos 45 pontos, que historicamente, garantem a permanência entre os 40 melhores clubes do Brasil.

Um dos principais adversários do Sampaio na competição deverá ser o elenco. Apesar dos reforços contratados, o time comandado por Francisco Diá tem uma boa equipe titular, mas que cai de nível quando exige a rotação do time. Dentre os possíveis reservas na Série B, o meio-campo é o setor onde o equilíbrio é maior, com a presença de César Sampaio, Silva e Fernando Sobral como opções quando algum dos titulares não estiverem disponíveis.

A eliminação no Campeonato Maranhense serve como um alerta para a sequência da Série B. Além disso, Diá terá que lidar com a maratona de jogos logo no primeiro mês de competição. Com a participação da equipe no pré-Nordestão serão sete jogos em 21 dias, com duas viagens desgastantes para Campinas (Guarani x Sampaio, 2ª rodada) e Goiânia (Vila Nova x Sampaio, 3ª rodada).

O Sampaio também precisa voltar a fazer o ataque funcionar. O último gol do Tricolor foi no dia 11 de março, quando perdeu por 2 a 1 para o Ceará, desde então são três jogos sem marcar e quatro partidas sem vencer na temporada.

A caminhada na Série B vai começar. Sonhar em surpreender não é proibido, mas primeiro o Tricolor tem que garantir a sua permanência, para depois pensar em voos mais altos.

Imperatriz tem grupo favorável na Série D

Em sua segunda participação na Série D, o Imperatriz entra com boas chances de conseguir a classificação inédita para a segunda fase. O América-RN, vice-campeão potiguar, aparece como o favorito do grupo, mas Belo Jardim e Guarani de Juazeiro chegam em baixa depois de péssimas campanhas nos estaduais.

Até o momento, o elenco que terminou o Campeonato Maranhense não deve sofrer dispensas. Adauto, Kanu e André Penalva, todos com três gols marcados, chegam como os artilheiros do alvirrubro para a Série D.

Além de ser uma grande oportunidade para o Imperatriz, Saldanha também pode garanTir a classificação para a segunda fase pela primeira vez em sua carreira. Será a terceira vez que o treinador disputará a competição, onde acumulou eliminações na fase de grupos em 2013 e 2015, respectivamente, com o MAC e o Cavalo de Aço.

Considerando a fase do Belo Jardim, que sequer venceu em 2018 e foi rebaixado no Campeonato Pernambucano, além do Guarani de Juazeiro, que conta com apenas dois triunfos na temporada, o Imperatriz entra como favorito na disputa por uma das duas vagas na próxima fase. A tendência é que os confrontos contra o América-RN sirvam apenas para definir quem será o líder da chave.

Eloir precisa de uma boa temporada no MAC para consolidar retorno aos gramados

Em 2017, Eloir retomou sua carreira nos gramados após uma aposentadoria precoce durante dois anos. Como esperado a primeira temporada foi com altos e baixos, mas agora em 2018, voltando a participar de uma pré-temporada completa e com a preparação igual à dos seus companheiros de time, o meia terá até maio os meses para consolidar de vez seu retorno e ajudar o time atleticano com objetivos coletivos.

Em 2017, antes de entrar em campo, Eloir chegou a ser anunciado pelo Moto, mas como não houve um acerto final com o Rubro-Negro, o meia acabou perdendo todo o mês de janeiro. Em fevereiro, quando se apresentou ao MAC, logo em seu primeiro jogo, sofreu uma lesão que o tirou dos campos por um mês. Sinais do longo período parado e o retorno com o Campeonato Maranhense em andamento.

Mesmo com o andamento da temporada, Eloir esteve longe do seu auge físico, o que teve impacto direto em seu rendimento dentro de campo. Mesmo com uma maior liberdade ofensiva, o meia marcou apenas um gol na temporada, com 18 jogos disputados, número semelhante ao de sua carreira no Ceará que durou apenas 19 jogos e com um gol marcado.

Em 2018 com o preparo físico melhor e com a realização completa da pré-temporada, Eloir tende a ser o líder do meio-campo do MAC. Naturalmente haverá uma disputa por esse posto com o experiente Valber, de 36 anos, que chega ao clube atleticano após uma baixa temporada pelo Moto, onde anotou três gols em 23 jogos.

A realização de um bom Estadual para Eloir é fundamental para que o atleta consiga sequência em outro clube no segundo semestre, seja emprestado ou negociado definitivo. Acima de metas individuais, também há a necessidade do MAC voltar a conquistar um título Estadual. Responsável por quebrar a hegemonia do Sampaio em 2013, o Quadricolor está há cinco anos sem levantar uma taça.

Nome
Eloir
Nacionalidade
bra Brasil
Posição
Meia
Time Atual
Sampaio Corrêa
Times Anteriores
Imperatriz, Maranhão
Aniversário
7 de setembro de 1987
Idade
31