Mês: setembro 2017

Sampaio tem valorização de R$ 3,6 milhões da marca nos últimos cinco anos

Os acessos consecutivos conquistados nos últimos cinco anos ajudaram o Sampaio a valorizar sua marca em R$ 3,6 milhões, atingindo o valor de R$ 6,3 milhões em 2017. Os dados são da 10ª edição da pesquisa de Valor das Marcas e Finanças dos Clubes Brasileiros, realizado pela BDO. Para medir o valor da marca, vários indicadores são analisados pela empresa, dentre os quais estão os balanços das equipes, média de público e valores provenientes de patrocínios e cotas de TV.

No estudo divulgado, o Tricolor é a 39ª equipe mais valiosa do Brasil, considerando os 40 maiores times do país. Na região Nordeste apenas nove clubes integram o grupo dos 40 maiores do país (Bahia, Vitória, Sport, Náutico, Santa Cruz, Ceará, Fortaleza, ABC e Sampaio). Considerando o ranking regional, o Tricolor maranhense fica na nona colocação, enquanto Sport, Bahia e Vitória aparecem, respectivamente, como os três maiores da região.

A maior valorização da marca do Sampaio ocorreu em 2016, com o clube sofrendo um ganho de R$ 1,6 milhões em seu valor. Na época, o Tricolor vinha de sua melhor campanha na Série B, ocupando a sétima colocação. Apesar do rebaixamento, também em 2016, o Tubarão não sofreu desvalorização, saltando de R$ 5,8 milhões para R$ 6,3 milhões.

O estudo também analisou as finanças das federações estaduais. Segundo o relatório, a Federação Maranhense fechou 2016 com R$ 2,34 milhões em receitas, uma queda de 6%, comparado com 2015, quando a entidade acumulou R$ 2,5 milhões. No ranking operacional, a FMF ficou na nona colocação, após fechar 2016 com um superávit de R$ 36 mil.

Manoel é o quarto jogador maranhense campeão da Copa do Brasil

O zagueiro Manoel, presente no banco de reservas do Cruzeiro no jogo de volta da final da Copa do Brasil, se tornou o quarto maranhense campeão da Copa do Brasil. Nascido em Bacabal e revelado pelo Atlético-PR, onde foi vice-campeão do torneio em 2013, o defensor se junta aos laterais Dutra (Sport-2009) e Maranhão (Santos-2010), além do volante Márcio Araújo (Flamengo-2013) como detentores do título da segunda principal competição nacional.

Uma curiosidade da conquista de Manoel, é que defensor é o primeiro maranhense a ser campeão e marcar pelo menos um gol durante a competição. O zagueiro, que convive com problemas de lesões desde 2017, marcou um gol em quatro jogos disputados. O único tento do defensor foi ainda na primeira fase, na vitória por 2 a 0 diante do Murici.

Além do título, o zagueiro é o único jogador maranhense presente em três decisões de Copa do Brasil. Em 2013, no seu último ano no Atlético-PR, Manoel foi titular da campanha que terminou com o vice-campeonato, após perder a decisão para o Flamengo e, em 2014, já no Cruzeiro, o zagueiro ficou no banco nos dois jogos decisivos contra o Atlético-MG e viu o Galo levantar a taça do torneio.

Aos 27 anos esse é o segundo título nacional de Manoel, que já foi Campeão Brasileiro em 2014. Com mais uma conquista na carreira, o maranhense agora espera encontrar estabilidade no time mineiro, após duas temporadas enfrentando longas lesões.

Sampaio começa a manutenção do elenco para 2018

Fernando Sobral (22 anos) e Maracás (23 anos) foram os primeiros jogadores confirmados pelo Sampaio com a permanência para a temporada de 2018. Dentre os titulares do elenco, a dupla é a com maior potencial e possibilidade de retorno financeiro para o Tricolor nos próximos anos.

Indiscutivelmente a manutenção de uma boa base do elenco que conquistou o acesso para a Série B é fundamental, mas mais do que isso, o Tricolor novamente tenta construir um ciclo de trabalho, assim como entre 2009 e 2014. Quando o Tricolor chegou ao auge com Rodrigo Ramos e Eloir como destaques, a base daque elenco começou a ser construída cinco anos antes, para quem um dia sonha em chegar à Série A, esse é o caminho que deve ser seguido.

Maracás é um zagueiro com potencial para disputar a Série A do Brasileirão. Com passagens pelas bases do Bahia e Vitória, antes de chegar ao Tricolor e se firmar como um dos jogadore chave da equipe. Veloz e com bom timming nos desarmes, o defensor precisa ser mais consistente em suas partidas, evitando falhas, como a que originou o pênalti no jogo contra o Botafogo-PB, na última rodada da fase de grupos.

Fernando Sobral, como já escrevi sobre ele, é um meia com bom potencial atuando centralizado no campo e com a possibilidade de jogar pelo lado esquerdo e até como um segundo volante, que não precise de tanta marcação. Com apenas 22 anos, o cearense poderá se tornar uma peça fundamental ao Sampaio no futuro ou até render bom retorno financeiro.

O Sampaio começa a se espelhar em sua própria história para ter um time capaz de se consolidar na Série B nos próximos anos. É o primeiro passo para poder no futuro ter ambições maiores.

Fernando Sobral: um bom achado de Francisco Diá para o Sampaio

Titular absoluto, desde que Marlon perdeu a vaga por causa de uma lesão, e autor do gol que selou o retorno do Sampaio à Série B, o meia Fernando Sobral é um dos excelentes achados do técnico Francisco Diá. Atuando como meia central e dando suporte aos movimentos ofensivos pela esquerda, o jogador de 22 anos, se mostra uma boa peça para seguir no elenco Tricolor em 2018.

Neste período em que voltou ao time titular, inicialmente Fernando cumpria mais a função de meia-central, deixando as pontas, respectivamente, com Hiltinho e Felipe Marques. Mas no decorrer da competição, acabou sendo recuado, principalmente por conta da ausência de Diego Silva, para dar mais qualidade na transição ofensiva do Tricolor.

Nos últimos jogos, apesar de começar a jogar um pouco mais atrás, Fernando soube aproveitar as oportunidades quando foi ao ataque. Foi assim no jogo do acesso, no contra-ataque puxado por Felipe Marques, passando por Marlon até chegar no camisa 8, que surgiu como elemento surpresa na área do Volta Redonda. No geral foram três gols em 11 jogos disputados até o momento com a camisa Tricolor.

Antes de chegar ao Sampaio, como o próprio nome sugere, Fernando começou no futebol cearense, defendendo o Guarany de Sobral e com passagens pelo Icasa e Horizonte, antes de chegar ao Atlético-GO por empréstimo. Aos 21 anos, foi para o Flu de Feira, onde ajudou a equipe a chegar até as quartas de final da Série D em 2016 e realizar uma boa campanha no Baianão, antes de defender o Sampaio.

Com apenas 22 anos, Sobral ainda tem margem para melhorar sua qualidade e se tornar um bom meia. Essa característica é encontrada em boa parte dos jogadores indicados por Francisco Diá. Além do meia, o zagueiro Maracás e o lateral-direito Pedro são exemplos de atletas com um bom potencial e que poderão ser úteis na próxima etapa da reestruturação e consolidação do Sampaio na Série B.

Nome
Fernando Sobral
Nacionalidade
bra Brasil
Posição
Meia
Time Atual
Sampaio Corrêa
Aniversário
17 de dezembro de 1994
Idade
23

Campeonato Maranhense

TemporadaClubeJogosMinutosGolsAssistsAmarelosVermelhos
2018Sampaio Corrêa52790000
Total-52790000

Copa do Nordeste

TemporadaClubeJogosMinutosGolsAssistsAmarelosVermelhos
2018Sampaio Corrêa1210022110
2019Sampaio Corrêa1300000
Total-1310322110

Série B

TemporadaClubeJogosMinutosGolsAssistsAmarelosVermelhos
2018Sampaio Corrêa2520761160
Total-2520761160

Série C

TemporadaClubeJogosMinutosGolsAssistsAmarelosVermelhos
2017Sampaio Corrêa128123230
Total-128123230

Total da Carreira

TemporadaJogosMinutosGolsAssistsAmarelosVermelhos
2017128123230
20184636653270
20191300000
Total59450764100

Sampaio 1×1 Volta Redonda: segurança de Odair e precisão de Marlon garantem acesso Tricolor

Foi apenas um ano na Série C e o retorno garantido para a Série B. Com o empate em 1 a 1 com o Volta Redonda, após ter vencido o jogo de ida por 1 a 0, o Tricolor selou o acesso na Série C, deixando para trás, além dos rivais em campo, toda a desconfiança após um início de temporada ruim. Sob o comando de Francisco Diá, o Sampaio voltou a encontrar seus dias de glória.

Com o acesso garantido, o Sampaio tem a oportunidade de buscar seu quarto título nacional e chegar à terceira final na Série C. Campeão do torneio em 1997 e vice em 2013, o Tricolor espera o Fortaleza ou o Tupi na semifinal da competição.

Para o jogo do acesso, Diá alterou seu plano de jogo e, assim como o Volta Redonda, o Tricolor desta vez ficou postado no 4-2-3-1. O Volta Redonda foi melhor na primeira etapa, principalmente por conta do controle de Bruno Barra no meio-campo e Dija Baiano, apesar de seguir aberto pela direita, buscando mais o jogo na faixa central e conseguindo escapar dos embates individuais com Pedro.

A bola aérea foi o tormento dos primeiros minutos para o Sampaio e um escanteio de Dija Baiano, quase terminou em gol de David Batista. Ofensivamente, Hiltinho era o responsável pela faixa central e Isac seguia longe da área, deixando o Tricolor sem uma referência no ataque, o que também aconteceu no jogo de ida.

Se o Volta Redonda foi melhor na etapa inicial, no segundo tempo o cenários se inverteu. A melhora do Sampaio foi refletida principalmente após a entrada de Marlon, que se não tem a velocidade de Hiltinho, corresponde com a precisão no passe. Em cinco minutos, o meia finalizou duas vezes com perigo ao gol defendido por Andrey.

Foi de Marlon também o passe para o gol de Fernando Sobral, que colocou o Sampaio na frente e ampliou a vantagem no Castelão. A bola aérea voltou a assustar quando Luan empatou o jogo aos 41 minutos, mas não teve força para virar o jogo, com o Tricolor garantindo o retorno à Série B.

Sampaio tenta colocar 40 mil torcedores pela quinta vez no novo Castelão

No jogo decisivo contra o Volta Redonda, pelas quartas de final da Série C, o Sampaio tentará pela quinta vez levar 40 mil ou mais torcedores ao Castelão. Desde a reinauguração do Gigante do Outeiro da Cruz, o público igualou ou foi superior a esse número em quatro partidas, todas envolvendo o Tricolor no Campeonato Brasileiro.

Até o momento, na última parcial oficial divulgada pelo Sampaio, 21 mil ingressos foram vendidos para o confronto deste sábado. Considerando uma projeção, com base no crescimento diário até o momento do jogo, é provável que mais de 30 mil ingressos sejam vendidos antecipadamente. Já é o maior público do futebol maranhense em 2017.

Desde a reinauguração do Castelão, em 2012, o maior público do estádio foi no empate em 2 a 2 com o Vasco, pela 25ª rodada da Série B de 2014. Na ocasião foram 44.190 presentes no Gigante do Outeiro da Cruz, de acordo com o borderô da partida.

Pela Série C, em 2013, também nas quartas de final, o Sampaio conseguiu colocar 43.502 presentes no Castelão no triunfo por 5 a 3 diante do Macaé. Os outros dois jogos com mais de 40 mil torcedores foram na Série D de 2012, nas oitavas de final e na final, respectivalmente, com 40 mil e 40.100 presentes.

Os jogos com 40 mil ou mais presentes no novo Castelão
23/09/2014 – Sampaio 2×2 Vasco – Série B – 44.190
19/10/2013 – Samapio 5×3 Macaé – Série C – 43.502
21/10/2012 – Sampaio 2×0 Crac – Série D – 40.100
12/09/2012 – Sampaio 4×1 Vilhena – Série D – 40.000

A importância de Diego Silva para o Sampaio

Indisponível no jogo de ida das quartas de final contra o Volta Redonda, o volante Diego Silva reassume a titularidade no segundo jogo, que decretará um dos novos integrantes da Série B de 2018. Em 2017, Diego é o melhor jogador do time Tricolor e seu poder de infiltração poderá ser a chave para o Sampaio selar o acesso na temporada.

Como deve entrar no lugar de Valderrama, o Sampaio ganha principalmente em poderio ofensivo. Enquanto Valderrama consegue ajudar na contenção no meio-campo e distribuir passes curtos, como foi no jogo da ida, quando se posicionou por trás da linha de meio-campo, deixando Fernando Sobral livre para subir pela esquerda, Diego Silva executa essa função e também consegue avançar pela faixa central.

Esse avanço de um terceiro elemento pela faixa central foi o que faltou ao Sampaio no jogo de ida. Geralmente, Diego é o responsável pela segunda bola do Tricolor, com a ausência do volante, o Tubarão enfrentou dificuldades para furar a defesa do Volta Redonda, o que aconteceu somente aos 46 do segundo tempo.

Outra curiosidade é que assim como nas melhores temporadas do Sampaio, o melhor jogador do time volta a ser um meio-campista. Foi assim com o Sampaio de 2012 a 2014, quando Eloir orquestrava o Tricolor, e em 2015, com Diones comandando o meio-campo.

Nome
Diego Silva
Nacionalidade
bra Brasil
Posição
Volante
Time Atual
Sampaio Corrêa
Times Anteriores
Atlético-GO
Aniversário
9 de maio de 1989
Idade
29

Campeonato Maranhense

TemporadaClubeJogosMinutosGolsAssistsAmarelosVermelhos
2017Sampaio Corrêa64451011
Total-64451011

Copa do Brasil

TemporadaClubeJogosMinutosGolsAssistsAmarelosVermelhos
2017Sampaio Corrêa1900000
Total-1900000

Copa do Nordeste

TemporadaClubeJogosMinutosGolsAssistsAmarelosVermelhos
2018Sampaio Corrêa64370030
2019Sampaio Corrêa1640100
Total-75010130

Série B

TemporadaClubeJogosMinutosGolsAssistsAmarelosVermelhos
2018Sampaio Corrêa96020040
Total-96020040

Série C

TemporadaClubeJogosMinutosGolsAssistsAmarelosVermelhos
2017Sampaio Corrêa1613011241
Total-1613011241

Total da Carreira

TemporadaJogosMinutosGolsAssistsAmarelosVermelhos
20172418812252
20181510390070
20191640100
Total40298423122

De artilheiro à dispensável, maranhense Derley precisa reencontrar o caminho dos gols para ser útil ao Benfica

Após a temporada 2013-14, Derley chamou a atenção do Benfica com a marca de 18 gols em 34 jogos e foi uma das contratações das Águias para 2014-15. Aos 26 anos, o atacante maranhense vivia o melhor momento de sua carreira e tinha a oportunidade de se consolidar como um bom centroavante na Europa, mas nunca mais conseguiu repetir o bom desempenho que teve com a camisa do Marítimo e, em seu último ano de contrato com o Benfica, está emprestado ao Aves, onde tenta se manter no time titular.

Maranhense nascido em São Luís, Derley foi revelado pelo Americano-MA e seguiu boa parte de sua carreira no Madureira, com vários empréstimos até chegar ao Marítimo. Anteriormente o atacante nunca foi um grande goleador, mas em 2013-14 foi o vice-artilheiro do Campeonato Português com 16 gols, o suficiente para o Benfica desembolsar € 2,5 milhões e fechar um contrato de cinco anos com o atacante.

Nas três primeiras temporadas pelo Benfica, Derley só jogou efetivamente em 2014-15 pelas Águias com meros dois gols em 27 jogos. Após isso, foi emprestado ao Kayserispor, onde fez apenas cinco gols em 23 jogos e na última temproada defendeu o Chiapas, com apenas quatro gols em 23 jogos. Em 2017-18, o atacante está no Aves, também emprestado, mas sequer é titular da equipe que ocupa a lanterna do Campeonato Português.

Com contrato até 2019, está é a penúltima oportunidade do atacante de mostrar que ainda pode ser útil para o Benfica. Com uma forte concorrência com jogadores como Jonas, Seferovic, Zivkovic e Jimenez, Derley precisa reencontrar os caminhos dos gols caso queira ter a oportunide de voltar a vestira camisa das Águias.

Na Série C, visitantes que vencem fora nas quartas de final sempre conseguiram o acesso

A vitória do Sampaio diante do Volta Redonda deu ao Tricolor uma importante vantagem na busca pelo retorno à Série B. Além disso, o fator histórico também está a favor do Tubarão maranhense, já que no período moderno da Série C, desde quando o torneio passou a contar com 20 times na fase de grupos, sempre que um visitante venceu o jogo de ida garantiu o acesso para a Série B.

Nas cinco ocasões em que os visitantes venceram, em todas a diferença do jogo de ida foi de um gol, além do placar de 1 a 0 ser apresentado em três oportunidades: 2010 com ABC 0x1 Águia, 2013 com Ipatinga 0x1 Santa Cruz e 2014 com Salgueiro 0x1 Mogi Mirim. Outro dado animador para o Sampaio é que somente o Mogi empatou sem gols no jogo de volta, enquanto nas outras partidas, os times mandantes na segunda partida conquistaram o acesso.

Em 2017, além da vitória do Sampaio, o São Bento também já venceu como visitante, com a maior vantagem do período até o momento, superando o Confiança por 2 a 0, no Batistão. A equipe paulista é o time mais próximo do acesso, mas a favor do Tricolor maranhense pesa principalmente o rendimento como mandante na temporada.

Apesar do início irregular na Série C, o Sampaio perdeu apenas três de seus nove jogos como mandante, enquanto o Volta Redonda não venceu nenhum jogo fora de casa. Em torneios nacionais, o Voltaço não sabe o que é vencer longe do Raulino de Oliveira desde 28 de agosto de 2016, quando triunfou diante do Flu de Feira por 3 a 2, no interior da Bahia.

Volta Redonda 0x1 Sampaio: Tricolor derruba invencibilidade e abre vantagem na Série C

O gol de Zaquel aos 46 do segundo tempo, encerrou a invencibilidade do Volta Redonda como mandante na Série C e garantiu uma vantagem importante para o Sampaio no jogo de volta das quartas de final. Além disso, o Tricolor segue como um trator ofensivo na competição, marcando gol em nono jogo consecutivo e não fica sem balançar as redes adversárias desde a abertura do returno da fase de grupos.

O triunfo do Sampaio foi conquistado depois de um primeiro tempo de raras chances das duas equipes. Os 45 minutos iniciais do confronto foram marcados principalmente pelas caçadas individuais de Pedro e Esquerdinha, respectivamente, à Dija Baiano e Adriano, os pontas que começaram como titulares do Volta Redonda. Pedro levou a melhor no período inicial, anulado totalmente o camisa 7 do Volta Redonda.

Ofensivamente, o Tricolor sobrecarregava pela direita, com Hiltinho e Felipe Marques tentando achar espaços, enquanto Sobral se desdobrava para tentar atacar do lado esquerdo. Marques até teve uma boa finalização, que passou ao lado do gol de Andrey, mas sem tanto perigo.

A etapa final começou diferente. Dija Baiano já levava a melhor nos embates individuais contra Pedro e, com a marcação alta do Volta Redonda, apareceram os espaços para os contragolpes do Sampaio, que chegava principalmente com Hiltinho e Felipe Marques, sempre pela direita. A grande chance do jogo veio após um passe de Marques, para Isac, que na frente de Andrey, mandou por cima do gol.

O Volta Redonda achou nos chutes de longe de Luiz Gustavo um caminho para tentar furar a defesa do Sampaio, mas Alex Alves impediu como pôde. A entrada de Marlon no lugar de Hiltinho foi muito mais em busca de um passe melhor pelo time do Sampaio, sem tanta necessidade de aceleração. O gol nos acréscimos também teve origem no banco de reservas.

Wellington Rato, que entrou aos 41, achou Zaquel, que cabeceou no canto para garantir o triunfo do Tricolor fora de casa. Vitória magra, mas boa vantagem para o jogo de volta. Pelo que foi apresentado nos primeiros 90 minutos da decisão por uma vaga na Série B, o Tricolor maranhense está mais próximo do retorno.