Atlético-GO 1×2 Sampaio: bola parada tira o Tricolor da zona de rebaixamento

Dois gols originados em jogadas de bola parada e a saída da zona de rebaixamento depois de 16 rodadas. O triunfo, no sufoco, por 2 a 1 diante do Atlético-GO, confirmou a reação do Sampaio, que agora precisará manter o bom momento sob o comando do técnico Marcinho Guerreiro para selar a permanência nas sete rodadas restantes da Série B.

O triunfo, o terceiro sob o comando do treinador, deixa o Sampaio com um aproveitamento de 88,8% nos seis jogos da era Marcinho Guerreiro. Quando o técnico chegou ao comando da equipe, eram necessários oito pontos para sair da zona de rebaixamento, até agora Marcinho conquistou 11 em 18 disputados.

Diante do Atlético-GO, as duas equipes mantiveram o 4-2-3-1 habitual, apesar das mudanças de peças. Thiago Santos, com muita liberdade no ataque, conseguiu três finalizações nos 10 minutos iniciais, parando em duas boas defesas do goleiro Andrey. Na primeira chegada do Sampaio, o gol de Joécio após a falta cobrada por Danielzinho.

Como de costume, após o gol o Tricolor recuou. Enfrentou dificuldades na marcação principalmente pela esquerda e com Thiago Santos sempre achando espaço para finalizar. Andrey fechou o primeiro tempo com mais três defesas importantes na conta.

Uma mudança que fez diferença para o segundo tempo foi a entrada de Misael, que logo em seu primeiro lance levou perigo para Jefferson. O problema é que o Sampaio não conseguia atacar, principalmente por causa das jogadas erradas de Luis Gustavo pela direita. O empate veio na mesma toada, com Joécio marcando contra após um cruzamento rasteiro de Júlio César.

Com o placar igual, os dois times pouco criaram. Marcinho arriscou uma mudança para segurar o empate com a entrada de Maracás no lugar de Danielzinho. Joécio passou a fazer individual em Kayzer, que durante a etapa final teve sempre espaço para trabalhar a bola, apesar de não levar perigo. A mudança que seria para segurar o empate acabou garantindo a vitória, quando Maracás aproveitou o rebote após a falta de Julinho para marcar o gol do triunfo por 2 a 1 e tirar o Sampaio da zona de rebaixamento.

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Com cinco jogos, Marcinho tem o melhor aproveitamento dos treinadores do Sampaio na Série B

O bom aproveitamento de Marcinho nos cinco jogos no comando do Sampaio, deixam o treinador com o melhor aproveitamento dentre os técnicos que trabalharam no time maranhense durante a Série B. Com 53,3% de aproveitamento, ou seja oito ponto conquistados em cinco jogos, o Tubarão chega à 31ª rodada a três pontos de sair da zona de rebaixamento, o que não ocorria desde que o time entrou no grupo dos quatro últimos colocados.

Dentre os treinadores anteriores, Paulo Roberto foi quem contabilizou o segundo melhor aproveitamento na Série B. Desconsiderando os jogos da Copa do Nordeste, o treinador teve 33,3% de aproveitamento, com 12 pontos conquistados em 12 jogos.

Francisco Diá, que foi demitido após a quinta rodada, teve apenas uma vitória, mas conseguiu um aproveitamento de 26,6%, ficando a frente de Paulo Roberto. O penúltimo treinador do Tricolor acumulou apenas 23,3% de aproveitamento e foi demitido com apenas sete jogos no comando do Sampaio.

Restando oito rodadas para o fim da Série B, caso Marcinho mantenha o atual aproveitamento deverá somar entre 10 e 13 pontos. Atualmente com 29 pontos, neste cenário, o Tricolor fecharia a Série B com 39 a 42 pontos. Pela faixa de pontuação das equipes na zona de rebaixamento, a tendência é que a média histórica para se livrar do rebaixamento, de 45 pontos, fique na casa dos 43 ou 42 pontos. A missão do time maranhense ainda é árdua.

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Calendário do futebol brasileiro tem jogos noturnos mais cedo e velhos erros

A CBF anunciou o calendário do futebol brasileiro para 2019, mas não corrigiu os principais erros, como rodadas do Brasileirão durante datas-FIFA e a manutenção de 18 datas para as disputas dos Estaduais. Com o formato atual das Séries C e D, os clubes dessas divisões terão calendários, respectivamente, no máximo até agosto ou outubro. Assim como em 2018, os torneios de acesso não terão pausa durante a Copa América, que será realizada no Brasil.

Aqui vale destacar que as equipes da Série D, que forem eliminadas na primeira fase, terão calendário nacional somente até o dia 9 de junho. Neste caso, os times finalistas jogarão no máximo oito meses na temporada. Na Série C a situação é amenizada, mas as equipes que não avançarem para o mata-mata, jogarão somente até o dia 25 de agosto.

A Copa do Nordeste e a Copa Verde, que não constam na primeira divulgação do modelo do calendário, devem descontar datas dos Estaduais dessas regiões, assim como ocorreu em 2018. Os Estaduais estão previstos para começarem no dia 20 de janeiro e seguirem até o dia 21 de abril, na semana seguinte já estão agendadas as aberturas das Séries A, B e C. A Série D começará no primeiro fim de semana de maio.

A Copa do Brasil começará no dia 6 de fevereiro. No Maranhão, Moto e Imperatriz serão os representantes dos Estados nas fases iniciais. O Sampaio, campeão da Copa do Nordeste, entrará no torneio apenas nas oitavas de final, que serão realizadas a partir do dia 15 de maio.

Sobre o conflito das datas-FIFA com o calendário nacional, durante a Série A serão sete rodadas com jogos conflitantes (8ª, 9ª, 18ª, 24ª, 25ª, 26ª e 33ª), nos jogos de volta das oitavas de final da Copa do Brasil e durante três datas dos Estaduais. O único avanço foi a antecipação dos jogos noturnos, que começarão no máximo às 21h30, como já ocorre na Série B.

Confira o calendário detalhado do futebol brasileiro para 2019

Estaduais – 20/janeiro a 21/abril
Copa do Brasil – 6/fevereiro a 11/setembro
Série A – 28/abril a 8/dezembro
Série B – 27/abril a 30/novembro
Série C – 28/abril a 23/setembro
Série D – 5/maio a 18/agosto

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Sampaio 1×0 Figueirense: triunfo para consolidar a reação na Série B

Um golaço de falta de Julinho, duas bolas na trave e boas defesas de Andrey. A vitória do Sampaio diante do Figueirense poderá ser crucial para consolidar a reação do time maranhense na briga contra o rebaixamento na Série B.

Com a vitória, o Sampaio chega aos 29 pontos e, apesar da rodada ainda em andamento, temporariamente, diminui a diferença para sair da zona para apenas três pontos. Uma rodada favorável ao Tricolor, já que seus principais adversários, CRB, Paysandu e Juventude terão jogos fora de casa contra equipes da parte superior da tabela.

O triunfo diante do Figueirense também mantém os 100% de aproveitamento de Marcinho como mandante no comando do Sampaio. Anteriormente, o Tricolor venceu o Fortaleza pelo mesmo placar na segunda partida do treinador.

Além da vitória, o ponto positivo foi novamente a boa atuação do Sampaio em campo, o que já havia conseguido diante do Avaí, principalmente no primeiro tempo, e no empate diante do Oeste. Um alento que poderá ser fundamental para o Tricolor buscar a permanência na Série B.

Autor do gol da vitória, Julinho marcou seu segundo tento com a camisa do Sampaio. Anteriormente, o lateral balançou as redes na derrota por 2 a 1 diante do CRB e na rodada anterior chegou a acertar o travessão do Oeste em uma cobrança de falta.

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Oeste 0x0 Sampaio: Tricolor domina, peca nas finalizações e fica no empate

Um jogo de ataque contra defesa no primeiro tempo, um pouco mais equilibrado na etapa final e sem gols no fim das contas. O empate diante do Oeste mantém o Sampaio em situação complicada na Série B, a seis pontos do Juventude, primeiro time fora da zona de rebaixamento.

Tamanho controle do Sampaio foi refletido nos números do jogo, com o time maranhense fechando a partida com 64% de posse e incríveis 20 finalizações. O problema foi a pontaria, onde as oportunidades criadas apenas três foram finalizadas na direção do gol, obrigando o goleiro Tadeu a fazer boas defesas.

Contra um Oeste apostando nos contra-ataques desde o início do jogo, faltou ao Sampaio qualidade na pontaria. Somente no primeiro tempo, o Tricolor fechou os 45 minutos com 67% de posse e 13 finalizações, mas apenas um dos chutes foi na direção do gol, forçando o goleiro Tadeu a fazer boa defesa. Sobral e Luis Gustavo eram fundamentais nas oportunidades criadas pela direita, enquanto João Paullo tentava ajudar pela esquerda, mas acumulou mais erros do que acertos.

Eloir e Luis Gustavo fizeram uma partida a parte, como dois dos melhores jogadores do Tricolor. Principalmente no primeiro tempo, Luis Gustavo fechava a lateral e também tentava buscar o jogo por dentro nas saídas de bola. Eloir, diferente de partiads anteriores, conseguiu criar boas oportunidades para os companheiros e acabou perdendo três chances claras de gol, das quais duas foram para fora e outra parou na trave do goleiro Tadeu.

Se o primeiro tempo foi de domínio total do Sampaio, a história mudou na etapa final. Com dificuldade para invadir a área do Tricolor, o Rubrão chegava principalmente com finalizações de fora da área, deixando Andrey aparecer com boas defesas. Mesmo com menos posse, apenas 37% no segundo tempo, o Oeste fechou os 45 minutos finais com 10 finalizações contra cinco do time maranhense, mas ninguém conseguiu balançar as redes na Arena Barueri.

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Por causa de calendário e cotas, Bahia pode deixar o Nordestão

O Bahia pode ser a segunda equipe a abandonar a Copa do Nordeste. O Tricolor baiano entregou um ofício à CBF pedindo para confirmar a participação no torneio apenas em dezembro e teve o pedido aceito. Além disso, o clube não contará com representantes no sorteio dos grupos, na próxima quinta-feira em Maceió.

Assim como o Sport, que não participa do Nordestão desde 2018, uma das críticas da diretoria do Bahia é sobre os valores das cotas de participação. Em 2019, o time da Boa Terra receberá R$ 1,9mi, assim como Vitória, Santa Cruz e Ceará.

Outro ponto que preocupa o clube é a provável queda de visibilidade da competição, por causa do fim dos canais Esporte Interativo. O presidente Guilherme Bellintani também coloca como uma preocupação o excesso de jogos que o Tricolor terá em 2019, caso confirme a vaga na Sul-Americana, o que lhe daria quatro torneios somente no primeiro semestre.

Vice-campeão em 2018, perdendo para o Sampaio na decisão, o Bahia arrecadou com cotas e premiações R$ 2 milhões no Nordestão. Em um comparativo com o Campeonato Baiano, o Tricolor recebeu no regional quase três vezes mais do que o torneio local, que teve uma cota de apenas R$ 850 mil.

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Atacantes maranhenses em destaque no Campeonato Português

Dyego Sousa e Wenderson Galeno, ambos maranhenses, e com bom início na temporada 2018-19 no futebol português. Defendendo o Braga, Dyego é o artilheiro do Campeonato Português com cinco gols marcados, enquanto Galeno é o goleador do Rio Ave com quatro gols nos nove jogos iniciais da temporada.

Dyego está em sua segunda temporada no Braga e com apenas oito jogos já atingiu metade dos gols marcados em 2017-18, quando chegou ao clube após quatro anos no Marítimo. Na temporada anterior foram apenas 12 gols pelo Braga, igualando sua melhor marca no futebol português, de 2015-16.

Na temporada 2018-19, Dyego abriu sua contagem de gols marcando duas vezes na primeira rodada diante do Nacional. Na última segunda-feira, marcou o gol do triunfo por 1 a 0 diante do Sporting, que levou o Braga à vice-liderança do Campeonato Português.

Antes de chegar ao futebol português, o atacante foi revelado pelo Moto em 2004 e chegou a fazer testes na base do Palmeiras e do Nacional, de Portugal, mas sem ser aproveitado. Em 2009 voltou a defender o Rubro-Negro maranhense, antes de seguir para o Andraús e posteriormente o Operário-PR, seu último clube no Brasil.

Outro maranhense que tem um bom início na temporada do futebol português é o barra-cordense Wenderson Galeno, de 20 anos. Emprestado pelo Porto ao Rio Ave, o atacante tem uma multa de 40 mi e é um dos principais jogadores do clube da Ilha da Madeira. No Campeonato Português já são dois gols e duas assistências, além de ter marcado dois gols na fase qualificatória da Liga Europa, onde o Rio Ave caiu na segunda eliminatória. No total, são sete jogos, quatro gols e quatro assistências na temporada.

Natural de Barra do Corda, Galeno não atuou em nenhum clube maranhense antes de sair do Estado para defender o Trindade e o Grêmio Anápolis, antes de chegar ao Porto em 2016. Em 2017, com 19 anos, o atacante assinou contrato de cinco anos com os Dragões e teve as primeiras oportundiades no time principal, com quatro jogos disputados e um gol marcados.

Até o fim da temporada, Galeno seguirá no Rio Ave. Posteriormente, o destino natural, é o retorno ao Porto onde deve ser aproveitado, caso mantenha o bom rendimento do início da temporada.

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Coritiba 0x0 Sampaio: Tricolor faz bom primeiro tempo e segura empate

Um empate sem gols, onde o Sampaio foi melhor no primeiro tempo e conseguiu suportar a pressão do Coritiba na etapa final. O resultado, mesmo sem alterar a situação do Tricolor, garante aos maranhenses um ponto, mas a diferença para sair da zona de rebaixamento pode saltar de cinco pontos para sete pontos, caso o CRB vença o Brasil de Pelotas.

O Sampaio conseguiu controlar o primeiro tempo, graças à fragilidade do meio-campo do Coritiba, que opotou por tentar apostar na dupla de atacantes Belusso e Bruno Moraes. O lado esquerdo era o mais perigoso do time maranhense, com os avanços da dupla Alyson-Bruninho, que em alguns momentos ganhavam o apoio de Fernando Sobral.

Matheuzinho acertou a trave na melhor oportunidade do Sampaio. Defensivamente, William Oliveira ajudou a parar os avanços do Coxa com Thiago Lopes pelo lado direito, mas Busatto acumulou duas saídas erradas de gol, quase permitindo que os donos da casa saíssem na frente do placar na etapa inicial.

No segundo tempo, as entradas de Yan Sasse e Alisson Farias deram o domínio do meio-campo ao Coritiba. O Sampaio não conseguiu mais criar com Bruninho e nem quando João Paulo entrou no lugar do camisa 11. Apesar do domínio dos mandantes no segundo tempo, não conseguiram converter o controle em gols, o que manteve o placar zerado até o fim no Couto Pereira.

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Sampaio tenta encerrar sequência de meio turno sem vitórias na Série B

Lucas Almeida / L17 Comunicação

Na abertura do returno da Série B, o Sampaio tentará colocar um ponto final na pior sequência do time na Série B. Com nove jogos sem vencer, o equivalente à metade de um turno ou 25% da competição, o Tricolor despencou da 10ª colocação para a vice-lanterna do torneio, ficando a cinco pontos para sair da zona de rebaixamento.

Além da sequência negativa, o Sampaio acumula a segunda pior campanha como visitante na competição. Nos nove jogos longe de São Luís apenas quatro pontos conquistados, com sete derrotas acumuladas e um aproveitamento de 14,8%.

Diante do Coritiba, Paulo Roberto tentará encerrar essas duas séries. Mesmo jogando fora de casa, a vitória vira necessidade para o Sampaio poder sonhar com uma campanha menos conturbada para se manter na Série B.

Considerando os 45 pontos a meta para garantir a permanência, o Tricolor terá que buscar 29 pontos no returno. Isso significa que a equipe maranhense preciso de uma campanha semelhante às das que brigam pelo acesso para a Série A.

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Moto aposta no bom histórico de Ruy Scarpino na Série D

Ruy Scarpino voltará ao Moto em 2019. Anunciado oficialmente pelo Rubro-Negro, o treinador retorna ao clube, de onde foi demitido há dois anos, com o peso das boas campanhas na Série D e por ser o responsável do acesso do Papão em 2016 para a Série C.

O principal desafio será retornar à Série C, mas antes disso terá a missão de buscar o bicampeonato maranhense, algo que o Moto não consegue desde 2000-01, além de fazer uma boa campanha na Copa do Nordeste e na Copa do Brasil. Na Copa do Brasil a meta da classificação para a segunda fase dependerá do adversário, enquanto no Nordestão, que contará com um novo formato, Ruy tentará melhorar o desempenho do Rubro-Negro, que em duas participações, conquistou apenas uma vitória no torneio.

Antes de entrar em campo será necessário saber qual a cara do elenco Ruy terá à disposição para a próxima temporada. Faltando quatro meses para o fim do ano e com a Série C e Copas Estaduais em andamento, é improvável qualquer simulação nesse momento.

É provável que boa parte dos jogadores presentes na campanha de 2017 permaneçam. O que chama a atenção na chegada de Ruy Scarpino é sua trajetória na Série D desde 2016. Após o acesso com o Moto naquele ano, chegou às quartas de final em 2017 e 2018, respectivamente, com MAC e Ferroviário. Caiu exatamente diante dos futuros campeões, diante do Operário em 2017 e diante do Ferroviário em 2018.

Curiosamente, o melhor aproveitamento do treinador, mesmo sem conquistar o acesso, foi no comando do Campinense, com 69% e terminando no quinto lugar da classificação geral. No comando do Moto em 2016, mesmo com o acesso, fechou a Série D com 52% de aproveitamento e com o MAC ficou em 44%, chegando às quartas de final em 2018.

Ruy terá agora a missão de tentar repetir o sucesso com o Moto. Para ser efetivo em seu trabalho também precisará conta com a competência da diretoria, que em 2018 acumulou mais erros do que acertos fora das quatro linhas. É aguardar para saber se as coisas serão diferentes na próxima temporada.